O EVENTO QUE NÃO PODE MORRER
- Conjugar esforços entre todas as organizações cívicas e solidárias que intervêm nos territórios nacionais para ganharem capacidade de afirmação estratégica;
- Combater pelo progresso de Portugal, praticando um desenvolvimento local nos vários territórios urbanos e rurais, de forma equitativa e sustentável;
- Afirmar que só com uma cidadania activa e alargada e uma democracia participativa é possível uma economia e um desenvolvimento socialmente justos, solidários e mobilizadores.
Foram estes os princípios que no passado orientaram a “MANIFesta” e continuam a ser estes, segundo a organização, os princípios que envolveram a “MANIFesta Peniche 2009”.
Iniciada na Quinta-feira (dia 21 de Maio) e encerrada no Domingo (24 de Maio de 2009) não seria possível ao Papa Léguas, perante uma programação tão extensa e diversificada, estar presente em todos os eventos.
Perante uma organização complexa seria injusto não relevar alguns dos atrasos no cumprimento dos horários, muitos deles sem que a organização mereça ser responsabilizada.
A Sessão de Abertura, em que esteve presente o Ministro do Trabalho e Segurança Social, começou mais de uma hora depois do que estava programado. Já, destaque-se, na sessão denominada “À conversa com...”, com a presença do Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, o evento começou pontualmente.
Num dos pavilhões, queremos evidenciar, encontrámos um espaço referente ao “Portugal Tradicional” e apoiado pela “ANIMAR” e pelo “CampingCar Portugal”.
Destaca-se sobremaneira, (pela emotividade que nos causou), o Teatro Fórum apresentado por um grupo de jovens actores do Bairro da Cova da Moura (Amadora), que reproduziram magistralmente em palco um problema real do Bairro onde vivem. Convidaram, depois, a assistência a encontrar soluções para a situação e que era teatralizada em palco com a colaboração de espectadores voluntários.
Muitas foram as soluções sugeridas e nenhuma resultou. Um espectáculo que sensibiliza ainda mais e com mais eficácia as pessoas para os problemas dos Bairros “problemáticos”. Uma sensibilização muito maior da que seria obtida com debates, colóquios ou seminários.
A “Declaração de Peniche 2009” foi a expressão final deste “MANIFesta Peniche 2009” e traduzida num documento que pode ser lido AQUI.
Uma palavra de apreço aos Bombeiros Voluntários de Peniche que disponibilizaram um espaço, vedado e vigiado, para pernoita das autocaravanas, com um dispêndio de 2 euros e 50 cêntimos por noite e com o direito de utilizar a estação de serviço de autocaravanas recentemente construída.
No local também existia equipamento sanitário para homens e mulheres.
A estação de serviço para autocaravanas, simples e operacional, era constituída por:
- Torneira com mangueira para abastecimento de água potável;
- Torneira com mangueira para limpeza das “cassetes” químicas;
- Pia para despejo da “cassete” química;
- Local para despejo de águas saponárias que deverá sofrer pequenas alterações para permitir uma melhor operacionalidade;
Esta estação de serviço corresponde perfeitamente às necessidades dos autocaravanistas, não sendo necessário o apetrechamento com qualquer outro equipamento mais sofisticado (com um custo e manutenção eventualmente mais dispendioso) que poderia vir a encarecer o preço final no consumidor.
Como consideramos que uma imagem pode também elucidar o que foi o “MANIFesta Peniche 2009” convidamo-la (o) a ver a reportagem fotográfica do evento AQUI.
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