domingo, 30 de agosto de 2009

Estamos sós?


FILOSOFANDO

A informação e opinião (AQUI e AQUI) colocada no Fórum do CampingCar Portugal e no Blogue do Papa Léguas e versando as questões que presentemente afectam os autocaravanistas, nomeadamente as discriminações de que estão a ser alvo, foi feita, tanto quanto possível, de forma esquemática e sem prejuízo do todo.

Só assim, parcelando as questões, é possível analisar o todo e, eventualmente, chegar a conclusões.

Em nenhum momento se analisou o estado de espírito de cada um dos autocaravanistas, o espírito de solidariedade do Movimento Autocaravanista de Portugal ou a maior ou menor ausência de associativismo que, como suponho que todos sabemos, tem origens e motivações históricas.

Procurou-se, pois, analisar a questão na perspectiva de que a discriminação é, SEMPRE, um atentado aos direitos de todos os cidadãos, independentemente de serem ou não autocaravanistas.

Qualquer cidadão ou grupo de cidadãos quando discriminados têm que ser defendidos pela sociedade, ou seja, por todos nós, independentemente do tipo de discriminação de que sejam alvos e na medida em que devemos considerar a discriminação um atentado à liberdade. Pretender que se trata de um problema individual é uma forma egocêntrica de estar e, quem a perfilha, deve, coerentemente, isolar-se.

Quando se fala em liberdade fala-se, obviamente, de direitos e deveres.

PLATAFORMA DE ENTENDIMENTO MINIMO

O Projecto de Lei 778/X que não foi aprovado na Assembleia da República era uma boa Lei, ressalvando o Nº 2 do Artigo 5º que aparentava ser uma contrapartida à criação de “Estacionamentos Exclusivos” e em que se depreendia que as autocaravanas SÓ podiam estacionar nos espaços públicos quando não existisse estacionamento exclusivo. Nessa perspectiva o N.º 2 do Artigo 5º do Projecto-lei 778/X promovia a discriminação.

Definidos os conceitos de ACAMPAR e ESTACIONAR seria espectável que houvesse uma plataforma de entendimento, por parte dos autocaravanistas e, consequentemente, a liberdade de acampar ou estacionar fosse condicionada por estes dois pressupostos.

Assim, só devemos ACAMPAR (em conformidade com o conceito definido) nos locais legalmente estabelecidos, designadamente nos Parques de Campismo, devendo ser punido quem esteja em contravenção.

Assim, só devemos ESTACIONAR (em conformidade com o conceito definido) nos locais legalmente estabelecidos, nomeadamente no Código da Estrada, devendo ser punido quem esteja em contravenção.

Logo, toda e qualquer legislação que proíba o estacionamento de autocaravanas pelo facto de o serem é ilegítima.

ALGUM AUTOCARAVANISTA DISCORDA DESTES PRESSUPOSTOS?

TURISMO ITINERANTE

TURISMO – Acção ou efeito de viajar, basicamente com fins de entretenimento e eventualmente com outras finalidades (culturais, por exemplo).

ITINERANTE – Que se desloca de lugar em lugar no exercício de uma função.

Estes dois conceitos são, em si mesmos, sinónimos de movimento, pelo que o autocaravanismo, entendido como uma forma de turismo itinerante, pressupõe que os estacionamentos num mesmo local não devam ser superiores a um período de tempo razoável.

Logo, os autocaravanistas que pretendam gozar férias em determinado local e estarem estacionados, para além de um período considerado razoável, deixam de estar abrangidos pelo conceito de Turismo Itinerante, devendo deslocar-se para um Parque de Campismo ou outro local onde possam, legalmente, acampar.

BOM SENSO

Será através da submissão voluntária que os autocaravanistas não estarão estacionados no mesmo local mais do que um período de tempo aceitável, normalmente um máximo de 72 horas.

Será, também, através das responsabilização individual de cada autocaravanista e, se necessário, através da aplicação de coimas que os autocaravanistas deverão e / ou serão obrigados a não acampar fora dos locais permitidos.

Não se trata de contrapor o autocaravanismo, entendido como uma forma de turismo itinerante, à não utilização de Parques de Campismo. Eles (os Parque de Campismo) devem e podem ser utilizados sempre que os períodos de estacionamento sejam superiores a 72 horas ou sempre que o autocaravanista sinta necessidade de o fazer.

(Embora não seja uma mais valia para esta questão, mas para desfazer suspeitas sobre eventuais “más vontades” contra os parques de Campismo, esclarece-se que o autor do Blogue “Papa Léguas” foi durante cerca 12 anos Gestor de um Parque de Campismo, pelo que, por princípio, nada tem contra a utilização dos mesmos.)

ESTAMOS SÓS?

Será que estamos sós na defesa destas ideias ou que as mesmas são inéditas? Será que o que se está a verificar em Portugal é inédito? Será que noutros países também existem nichos de mercado apetecíveis e relacionados com o autocaravanismo?

Na blogosfera são múltiplas as notícias sobre a proibição do estacionamento de autocaravanas, “empurrando-as” para Parques de Campismo e/ou Áreas de Serviço.

Em França, devido à intervenção de Associações de Autocaravanistas, os Tribunais obrigaram alguns Municípios a anular as proibições de estacionamento dirigido especificamente às autocaravanas.

Em Espanha multiplicam-se as proibições de estacionamento nocturno dirigidas às autocaravanas o que tem motivado a intervenção pontual da FEAA – Federación Española de Asociaciones Autocaravanistas junto dos Municípios e com algum relativo sucesso.

Também algumas das 13 Associações Autocaravanistas federadas na FEAA se têm movimentado e obtiveram, recentemente (2008), da “Dirección General de Tráfico” de Espanha aconselhamento para procederem juridicamente contra o Município que legisle de forma contrária ao que estabelece o “Código General de Circulación”

Transcrevemos um trecho do que sobre a matéria escreve a “Dirección General de Tráfico” de Espanha, sem prejuízo de os interessados poderem aceder aos documentos referidos (AQUI, AQUI e AQUI)

*** *** ***

Ordenanzas Municipales


• “Una de las quejas que con mayor frecuencia se formulan ante esta Dirección General de Tráfico por los usuarios de autocaravanas es la prohibición de estacionamiento aplicable a estos vehículos en parte o en la totalidad de las vías urbanas que algunos ayuntamientos incorporan a sus ordenanzas.”


• “[…] a juicio de esta Dirección General de Tráfico es indiscutible que la exclusión de determinados usuarios debe ser necesariamente motivada y fundamentada en razones objetivas […], pero no por su criterio de construcción o utilización ni por razones subjetivas como pueden ser los posibles comportamientos incívicos de algunos usuarios […].


Las autocaravanas pueden, por tanto, efectuar las maniobras de parada y estacionamiento en las mismas condiciones y con las mismas limitaciones que cualquier otro vehículo.”


Estacionar o acampar


• “No establece el Reglamento General de Circulación otras condiciones que deban cumplirse al efectuar la parada o el estacionamiento de un vehículo, por lo que esta Dirección General de Tráfico considera que mientras un vehículo cualquiera está correctamente estacionado, sin sobrepasar las marcas viales de delimitación de la zona de estacionamiento, ni la limitación temporal del mismo, si la hubiere, no es relevante el hecho de que sus ocupantes se encuentren en el interior del mismo y la autocaravana no es una excepción, bastando con que la actividad que pueda desarrollarse en su interior no trascienda al exterior mediante el despliegue de elementos que desborden el perímetro del vehículo tales como tenderetes, toldos, dispositivos de nivelación, soportes de estabilización, etc.”

*** *** ***

Um bom exemplo a seguir pelas Associações Autocaravanistas de Portugal

FIM

É chegado o tempo de todas as associações de autocaravanistas, todos os “formadores de opinião”, todos, todos, TODOS se sentarem na mesma mesa e discutirem IDEIAS.


Sem lutar pelos nossos direitos e interesses nada se consegue.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

É proibido


No Fórum do CampingCar Portugal, AQUI, reavivaram-se as mesmas antigas dúvidas relacionadas com os conceitos ACAMPAR e ESTACIONAR.

Sobre esta matéria o Papa Léguas disse:
*** *** ***
OS PRINCÍPIOS

Saber diferençar o essencial do acessório, ter sempre presente os fins que se pretende alcançar e, não menos importante, acordar em princípios comuns, são factores que nos manterão num rumo de objectividade, sem desvios aleatórios, dando força ao Movimento Autocaravanista de Portugal que entenda o autocaravanismo como uma forma de turismo itinerante.

Principiemos por distinguir entre “Acampar” e “Estacionar”.

ACAMPAR: A imobilização da autocaravana, ocupando um espaço superior ao seu perímetro, em consequência da abertura de janelas para o exterior, uso de toldos, mesas, cadeiras e similares, para a prática de campismo.

ESTACIONAR: A imobilização da autocaravana na via pública, respeitando as normas de estacionamento em vigor, designadamente o Código da Estrada, independentemente da permanência ou não de pessoas no seu interior.

O acto de acampar, conforme é acima definido, só é permitido em locais consignados na Lei e, consequentemente, salvo excepções, também consignadas na Lei, é proibido na via pública independentemente da hora a que ocorra, devendo, na salvaguarda do interesse público, ser penalizado.

O acto de estacionar, conforme é acima definido, pode ser efectuado em qualquer local, não proibido por Lei (nomeadamente no Código da Estrada) não podendo as autocaravanas, pelo simples facto de o serem, nomeadamente através de sinalética que não consta dos diplomas legais, ser impedidas de o fazer.

Estes são os princípios que devemos respeitar e defender enquanto autocaravanistas que nos assumimos como turistas itinerantes.

A existência de diplomas (posturas municipais, resoluções do Conselho de Ministros) que legislam de forma discriminatória, impedindo especificamente as autocaravanas de estacionarem onde quer que seja, é lesiva da igualdade de tratamento a que todos temos direito.


OS FACTOS

Têm os autocaravanistas vindo a ser confrontados com posturas municipais que impedem o estacionamento, conforme acima é definido, das respectivas autocaravanas, numa atitude prepotente e ilegal, porquanto descriminam especificamente este tipo de veículos.

Às Câmara Municipais assiste-se-lhes o direito de proibirem o estacionamento de TODOS os veículos com características idênticas, como as que se refiram, por exemplo, à altura, ao comprimento, ao peso. Mas é discriminatório proibir o estacionamento de um veículo em função dos objectivos para que foi criado e homologado.

Nesta vertente o Papa Léguas publicitou um artigo (Esclarecer e lutar contra a discriminação) que pode ser lido AQUI
e apelou à solidariedade dos Autocaravanistas noutro artigo a que se pode aceder AQUI.

Também sobre esta matéria, acerca da interpretação do direito de estacionar e / ou pernoitar sugerimos a leitura do artigo que se encontra AQUI
.

Mas nem só os Municípios legislam discriminatoriamente. Também o Conselho de Ministros legislou o POOC (Plano de Ordenamento da Orla Costeira) e, por incrível que pareça, discriminou as autocaravanas proibindo-as de estacionarem num período da noite, proibição que não abrange (e por isso mesmo é discriminatória) qualquer outro tipo de veículos.

O nosso companheiro Decarvalho (autor do Blogue “Autocaravanismo Newsletter”) apresentou uma queixa ao Provedor de Justiça sobre a inconstitucionalidade das discriminações do POOC que foi “apreciada liminarmente de forma favorável pelos Serviços de Provedoria, tanto assim que comunicaram em 8 de Junho terem aberto o processo nº R-2312/09 (A1) e que já foram solicitadas explicações ao Gabinete do Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, "para esclarecer o assunto e nos termos que se justificar, sugerir ou recomendar o que se mostrar mais pertinente e conforme ao direito"”. (Mais informações AQUI
).

A REALIDADE

Não há verdades para sempre.

A insegurança conduz, também, à ansiedade.

A procura de respostas assertivas que nos dissipem as dúvidas é uma constante.

Na minha imodesta opinião, quando falamos ou nos referimos a pessoas, não há verdades absolutas, não há verdades para sempre.

Partindo deste postulado e reportando-nos ao autocaravanismo, entendido como turismo itinerante, existem alguns fortes óbices que há que equacionar.

Mais de um milhão de dormidas efectivadas pelos autocaravanistas, segundo o documento “Caracterização do Auto-caravanismo na Região do Algarve e Proposta para Definição de uma Estratégia de Acolhimento” da responsabilidade da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, constitui um nicho de mercado muito apetecível, pois estamos a falar, em estimativa, de valores muito superiores a 8 milhões de euros.

Nicho de mercado com mais de 8 milhões de Euros.

Quem pretenda apoderar-se (por meios legais, claro) de parte desta verba estimada procurará que os poderes instituídos decretem normas redutoras da liberdade de movimento das autocaravanas. Para o fazer necessitam, porém, de evocar pretextos e razões que o justifiquem.

Assim, mantém-se a confusão entre “campismo” e “autocaravanismo”; assim, evoca-se de forma demagógica as aglomerações de autocaravanas e a “má vizinhança” das mesmas; assim, elaboram-se normas que, embora não sendo prejudiciais aos autocaravanistas, estão a contribuir para uma mentalização tendente a aceitar-se que as autocaravanas devem ser empurradas para lugares que a lei (o que não é, no presente, verdade) estabelece; assim, progressivamente, aponta-se para uma política que justifique a redução da liberdade autocaravanista.

Como combater esta eventual estratégia de obtenção desse nicho de mercado de mais de 8 milhões de Euros?

Estratégia da indignação e revolta

Denunciando? Reivindicando? Dando murros na “mesa”?

Sem dúvida que sim. O direito à indignação (aonde é que já ouvi isto!) deve também ser apanágio de quem defende os seus direitos. Mas só isso?

O neoliberalismo, em que o poder do mercado era um dogma, está (até que as pessoas se esqueçam do caos económico que essa filosofia produziu) a ser substituído, muito lentamente, por um chamado capitalismo com regras.

Estou a “ver” a cara de espanto de todos os que acham absurda esta incursão do autocaravanismo na política. Muitos dirão, em alto e bom som, que a minha politica autocaravanista é passear.

Pergunta-se: Se forem elaboradas leis redutoras da circulação de autocaravanas, não é politica? Se forem aplicadas taxas de ambiente às autocaravanas, não é politica? Se, se, se…

Que podemos, pois, fazer, além de mostrarmos a nossa indignação?

Estratégia da indignação e afirmação

Primeiro, procurar esclarecer. Esclarecer os cidadãos em geral, esclarecer os “utilizadores de autocaravanas”, esclarecer os autarcas, os governantes e os legisladores.

Segundo, promover ou estar presentes em colóquios sobre autocaravanismo em que estas e outras preocupações sejam colocadas frontalmente aos oradores e para que conste e se divulgue.

Terceiro, procurar alianças. Mesmo com os que possam ter interesses e posições diferentes dos nossas, mas com objectivos pontuais coincidentes. Por exemplo, para um Comerciante de Autocaravanas o seu interesse é, exactamente, vender autocaravanas. Quantos mais argumentos positivos evocar melhor venderá o seu produto. Pode ter o melhor produto do mercado, mas se informar o seu cliente ou ele souber que só pode pernoitar em lugares específicos para o efeito, vai inexoravelmente perder muitos compradores. É evidente que esses comerciantes não podem querer leis redutoras, independentemente de qualquer outra razão. E, também eles são um poder económico a levar em conta.

Quarto, propor legislação (que quase existiu) que se refira a autocaravanismo e autocaravanas e que não existe. Uma lei sugerida pelo Movimento Autocaravanista de Portugal será necessariamente melhor que uma lei sugerida por um movimento campista ou por uma eventual “Plataforma Sectorial” ou por alguém que não tenha a mínima noção do que é o Autocaravanismo entendido como turismo itinerante.

Quinto, qualquer lei tem que conter normas que se enquadrem na sociedade a que se destina. Propor que essa lei contenha definições de conceitos respeitantes à prática de autocaravanismo, que proíba uma autocaravana de acampar e especifique o que é acampar, que exista sinalização apropriada, enfim, todos aqueles normativos de que fala a “Cartilha do Autocaravanista”, contribuirá para uma melhor imagem dos autocaravanistas e a sua plena aceitação na sociedade.

Dúvidas

Sobre a sinalização, especialmente sobre aquela que “reserva o direito de estacionamento a autocaravanas” têm-se levantado algumas dúvidas que, no presente, são infundadas.

As autocaravanas podem estacionar em qualquer local que o código da estrada não proíba e as deliberações camarárias referindo a proibição específica de estacionamento de veículos considerados autocaravanas são ilegais. As Câmaras Municipais podem determinar que um veículo com determinado comprimento, ou largura, não pode estacionar. Mas não podem impedir um veículo de o fazer só porque é uma autocaravana.

A existência de um sinal de espaço reservado exclusivamente ao estacionamento de autocaravanas não as impede de estacionar em qualquer outro local não proibido pelo código da estrada. Existem, presentemente, sinais de trânsito destinados ao estacionamento exclusivo de veículos para deficientes, para ambulâncias, para autocarros, etc. Esses sinais impedem que outros veículos não referidos estacionem nos locais abrangidos, mas não impedem os veículos abrangidos de estacionarem em qualquer outro local não proibido pelo código da estrada.

Muitos autocaravanistas estarão (se tiverem tido a paciência de chegar a este ponto do texto) neste momento a dizer:

- Pois, pois, mas quando me multarem ou expulsarem sem razão o que é que eu faço?

Todos nós sabemos a resposta!

As associações de autocaravanistas têm que disponibilizar meios de apoio jurídico aos autocaravanistas que estando perfeitamente legais não tenham pago a multa e / ou tenham sido expulsos do local. Não se trata de estabelecer que existe apoio jurídico individualmente considerado; trata-se de dar um sinal claro às autoridades que as associações vão iniciar uma campanha jurídica contra as ilegalidades. Trata-se de um apoio excepcional para situações excepcionais.

É chegado o tempo de todas as associações de autocaravanistas, todos os “formadores de opinião”, todos, todos, TODOS se sentarem na mesma mesa e discutirem IDEIAS.


Sem lutar pelos nossos direitos e interesses nada se consegue.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Grã-Bretanha


INGLATERRA - ESCÓCIA - PAÍS DE GALES

Visitar a Grã-bretanha numa viagem de apenas 42 dias não permite um aprofundamento dos locais, contudo, dá para se ter uma ideia, dá para “cheirar” e “sentir”.

Esta viagem, que teve um custo total de cerca de 3900 euros num percurso de 12306 quilómetros iniciados nos fins de Maio de 2004, levou-nos a lugares do nosso imaginário como, entre outros,
Hawort (Irmãs Bronte), Tintagel (Rei Artur), Stonehenge (Druidas) e Stratford-upon-Avon (Shakespeare).

A sequência do percurso pode ser “descarregada” AQUI.

As fotos que podem ser vistas na Galeria IV estão distribuídas pelas rubricas “UK Grã Bretanha 1” e “UK Grã Bretanha 2”.



INFORMAÇÃO:

Para aceder às fotos assinale com o “rato” a rubrica pretendida e aguarde ser direccionado.

Imediatamente após aceder à primeira foto “clique” na seta do meio (na parte inferior do monitor) para dar início ao “slideshow”.

Pode também ver as fotos em “tela inteira” pressionando a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.



terça-feira, 25 de agosto de 2009

O Papa Léguas conhece.... ÁUSTRIA

Alemão: Österreich - Republik Österreich
Croata: Austrija - Republika Austrija
Tcheco: Rakousko - Rakouská republika
Húngaro: Ausztria - Osztrák Köztársaság
Romani Kalderash: Estrexa / एस्त्रेख़ा - Republika Estrexa / रेपुब्लिका एस्त्रेख़ा
Eslovaco: Rakúsko - Rakúska republika
Esloveno:
Avstrija - Republika Avstrija







A Áustria é um país montanhoso localizado na Europa Central, limitado a norte e oeste pela Alemanha, a norte pela República Checa, a leste pela Eslováquia e Hungria, a sul pela Eslovénia e Itália e a oeste pela Suíça e Liechtenstein. A Áustria é um país membro da União Europeia. A língua nacional é o alemão. Sua capital é Viena.


Fonte: Wikipédia - A enciclopédia livre

sábado, 22 de agosto de 2009

A Viagem...



SUÍÇA - LIECHETENSTEIN - ÁUSTRIA

VALLÉE DES RÓIS



Em Julho e Agosto de 2008 o Papa Léguas visitou a Suíça, o Liechetenstein, a Áustria e percorreu o “Vallée des Róis” também conhecido como Vale do Loire.

Toda a sequência das visitas, os locais de pernoita e os custos diários e globais podem ser “descarregados” AQUI.

As fotos que podem ser vistas na Galeria IV estão distribuídas pelas rubricas com os títulos genéricos “A Viagem”.





INFORMAÇÃO:

Para aceder às fotos assinale com o “rato” a rubrica pretendida e aguarde ser direccionado.

Imediatamente após aceder à primeira foto “clique” na seta do meio (na parte inferior do monitor) para dar inicio ao “slideshow”.

Pode também ver as fotos em “tela inteira” pressionando a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.




terça-feira, 18 de agosto de 2009

O Papa Léguas conhece.... LIECHTENSTEIN

Alemão: Liechtenstein - Fürstentum Liechtenstein


Liechtenstein ou Listenstaine (forma usada oficialmente pela União Europeia) é um minúsculo principado, um microestado, localizado no centro da Europa, encravado nos Alpes, entre a Áustria, a leste, e a Suíça a oeste. Pouco mais de 34 mil habitantes moram no principado de apenas 160 km².

Desde o século XV, goza praticamente do mesmo território e o principado é comandado pela mesma família desde 1608, quando Liechtenstein tornou-se independente do Sacro Império Romano Germânico. Por ter feito parte deste império germânico e descender diretamente dele, a língua falada no país é o alemão, mas o Liechtenstein se diferencia de Alemanha e Áustria, por ser um micro-estado, considerado um dos mais ricos do mundo, e que é constantemente citado como um local onde a prática de lavagem de dinheiro (ou branqueamento de capitais) é frequente.



Fonte: Wikipédia - A enciclopédia livre

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Grande Viagem


BÉLGICA – HOLANDA – DINAMARCA – SUÉCIA – NORUEGA


Partir da capital do País, numa autêntica casca de nós como a foto abaixo mostra, atravessando a Espanha e a França e iniciar as visitas, pré programadas, à Bélgica, Holanda, Dinamarca, Suécia e, por fim, Noruega, com o grande objectivo de chegar ao Cabo Norte, foi uma viagem que há muito o nosso imaginário desejava concretizar.

Há data (2002) não tínhamos GPS e o pouco espaço disponível teve de encaixar mapas diversos e livros, não só com informações sobre Parques de Campismo (a autocaravana não permitia pernoitar fora de Parques) como informações também sobre os locais turísticos a visitar.

A sequência do percurso pode ser encontrada AQUI.

As fotos encontram-se na FOTO GALERIA IV do Blogue, distribuídas sobre os títulos genéricos de “A Grande Viagem”, onde podem ser apreciadas, com os votos de que vos dê tanto prazer vê-las como nos deu o gozo de as captar.

Uma vez mais não nos permitimos fazer discrições mais ou menos emocionais da viagem considerando que o nosso objectivo destas partilhas é criar em cada um o desejo de partir, de visitar, de construir as suas próprias emoções e de se auto afirmar nas escolhas e opções que fizer desde o momento dos preparativos.



domingo, 9 de agosto de 2009

Les plus beaux villages de France

AS MAIS BELAS ALDEIAS DE FRANÇA

Les plus beaux villages de France (As mais belas aldeias de França) são referidas numa página electrónica que pode ser consultada AQUI e que é da responsabilidade da Associação « Les plus beaux villages de France » que não obstante só ter sido criada em 6 de Março de 1982 já tem, embora poucas, associações congéneres noutras partes do mundo.

O Papa Léguas decidiu viajar pelas Aldeias mais belas de França e, na impossibilidade de visitar de uma só vez todas as aldeias, optou por um enquadramento Regional.

Ao sul de França situam-se as regiões de Aquitaine, de Midi Pyrénées, de Languedoc Roussillon e de Provence Alpes Côte d’Azur que englobam 74 das consideradas mais belas aldeias francesas. Simultaneamente foi incluída na viagem a visita às “capitais” dos Departamentos inseridos nas regiões referidas, bem como algumas outras cidades de notoriedade assegurada.

A viagem, que teve lugar entre 1 de Julho e 5 de Agosto de 2009, demorou 36 dias ao longo de 7626 Kms e teve um custo global de, aproximadamente, 1800 euros, dos quais os gastos com combustível se aproximaram dos 1000 euros.

A reportagem fotográfica constituída por 3274 fotografias pode ser vista na FOTO GALERIA IV do Blogue do Papa Léguas.

A sequência do itinerário foi programada pelo “Microsotf AutoRoute 2007” e a opção das estradas a seguir foi deixada à “responsabilidade" do GPS “TomTom”, ajuda por vezes preciosa na descoberta de caminhos alternativos aquando de engarrafamentos. O recurso a mapas foi muito pontual (talvez uma ou duas vezes) mais para nos situarmos do que para encontrarmos uma rota.

Os locais de pernoita, decididos diariamente em função do sitio onde nos encontrávamos e sempre a partir das 18 horas, estavam já inseridos no GPS (POIS/PDIs), bastando “pedir” uma relação das Áreas de Serviço, Parqueamentos e/ou Parques de Campismo mais próximos para optarmos. Muito esporadicamente recorremos ao livro “Aires de Services Camping-Car”.

A utilização de Parques de Campismo foi extremamente diminuta, não obstante se considerar obrigatória, de 10 em 10 dias, para lavagem e secagem de roupa e para um pouco mais de repouso.

Nas Áreas de Serviço (na sua maioria gratuitas) constatámos que os franceses (na generalidade) não abriam toldos, não cozinhavam fora das caravanas, mas colocavam mesas e cadeiras e comiam ao ar livre. O Papa Léguas e apenas em algumas áreas mais recolhidas, utilizou as cadeiras para um “relax” de fim de dia.

Coibimo-nos de relatar as emoções de toda uma viagem que aconselhamos a fazer. As fotos que dispensamos na FOTO GALERIA IV do Blogue são uma muito leve amostra da beleza com que nos deparámos. Contudo, nenhuma foto, nos transmite as emoções que são diferentes de pessoa para pessoa, já em função da respectiva cultura, já em função da respectiva sensibilidade, nem nos transmite os sons, os cheiros, toda uma atmosfera que só é possível sentir presencialmente.

Nos diferentes trajectos entre os diferentes destinos desejaríamos fixar e poder transmitir toda a inenarrável beleza que tivemos o privilégio de por pequenos momentos encher as nossas “almas”.

Viagem na rota das “Mais belas aldeias de França”

("Descarregue" cada um dos documentos abaixo)

Les plus beaux villages de France – Inicio

Les plus beaux villages de France – Aquitaine

Les plus beaux villages de France - Midi Pyrénées

Les plus beaux villages de France - Languedoc-Roussilon

Les plus beaux villages de France - Provence Alpes Cote dAzur

Les plus beaux villages de France – Monaco

Les plus beaux villages de France – Regresso

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Saiba mais sobre...

MAIS INFORMAÇÃO, MELHOR DECISÃO

Um autocaravanista (um cidadão) informado tem uma maior capacidade de decisão consciente.

Este “princípio” aplica-se aos mais diferentes aspectos da vida e, consequentemente aos aspectos ligados à saúde.

O INFARMED (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P.) disponibiliza no respectivo Portal uma edição mensal “online” que sobre os mais diversos temas relacionados com a saúde.

Esta publicação (SAIBA MAIS SOBRE) iniciou-se em Julho de 2008 e já vai na 12ª edição.

Pode “descarregar” os folhetos directamente no Portal do INFARMED ou, então, aqui mesmo:


1 -
MEDICAMENTOS E O CALOR (Julho/2008)

2 -
CICLO DE VIDA DE UM MEDICAMENTO (Agosto/2008)

3 -
MEDICAMENTOS & INTERNET (Setembro/2008)

4 -
DISPOSITIVOS MÉDICOS (Outubro/2008)

5 -
MEDICAMENTOS E CONDUÇÃO (Novembro/2008)

6 –
FARMACOVIGILÂNCIA (Dezembro/2008)

7 -
COMPROVAÇÃO DE QUALIDADE (Janeiro/2009)

8 -
PRODUTOS COSMÉTICOS E DE HIGIÉNE CORPORAL (Fevereiro/2009)

9 -
FOLHETO INFORMATIVO (Março/2009)

10 -
AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO (Abril/2009)

11 -
MEDICAMENTOS EM CASA (Maio/2009)

12 -
MEDICAMENTOS PEDIÁTRICOS (Junho/2009)