quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Os "primos" do Papa Léguas



No último dia deste ano o Papa Léguas decidiu dar a conhecer aos seus leitores e amigos os seus "familiares", "primos" afastados, dispersos por todo o Portugal.

Os interessados em os conhecer (os "primos") podem aceder na coluna da direita à rubrica “Blogues de Papa Léguas”.

Se conhecer o endereço de mais algum dos "primos" do Papa Léguas residentes em Portugal, por favor, não deixe o Papa Léguas no desconhecimento.


sábado, 26 de dezembro de 2009

FELIZ 2010


By Patyzinha_Linda


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Boas Festas






"Os primórdios do Natal

A história do Natal, ao contrário do que possamos pensar, é muito anterior ao próprio cristianismo, datando de há cerca de 4000 anos. De facto, a maioria dos rituais que hoje associamos ao Natal, tais como a troca de presentes, a iluminação das casas (muitas vezes com velas ou a própria lareira), os cânticos e as procissões religiosas, tiveram origem na antiga Mesopotâmia. Estes rituais faziam parte do conjunto de celebrações nos dias que antecediam a passagem do ano, e serviam para auxiliar o Deus Supremo dos Mesopotâmios, Marduk, na sua luta contra os monstros do caos, batalha que durava 12 dias.

Já os Persas e Babilónios levavam a cabo celebrações semelhantes, chamadas Sacaea, nas quais os amos trocavam de lugar com os seus servos.

Os primeiros europeus, sobretudo os celtas e alguns povos da Escandinávia, por altura do Solstício de Inverno, quando as noites ficavam maiores e os dias diminutos, temiam que o sol não regressasse e, como tal, levavam a cabo festas religiosas especiais para apressar o seu regresso.

Transcrito de “Comezainas


A TODOS OS AMIGOS PESSOAIS DO AUTOR
A TODOS OS LEITORES DO “PAPA LÉGUAS”
A TODOS OS AUTOCARAVANISTAS

DESEJAMOS

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sátão com Área de Serviço em 2010


(Fotos do Portal da Câmara Municipal de Sátão)

Temos vindo a receber algumas informações (muito poucas) de Câmaras Municipais acerca da nossa comunicação que pode ser lida AQUI.

Temos igualmente vindo a solicitar, como exige a ética, autorização para darmos conhecimento público dessas informações.

Em consequência, apraz-nos registar que a Câmara Municipal de Sátão está atenta, segundo as palavras de Paulo Santos, vereador e Vice-presidente da Câmara, “aos benefícios que do autocaravanismo poderão advir” para, entre outros, o Concelho.

Mas, mais importante, é garantido que “nas obras que vão ser levadas a cabo na espaço onde realiza a feira quinzenal desta Vila, já adjudicadas e que terão início nos primeiros meses de 2010, ficará uma estação de serviço – ponto de água e ligação a saneamento – precisamente para utilização dos caravanistas”.

De realçar, conforme nos foi transmitido, que as obras só se iniciarão nos primeiros meses de 2010 e que é desejo da edilidade que estejam prontas antes do fim do Verão do próximo ano.

Esperamos poder vir a dar público conhecimento da data da inauguração da área de serviço com a antecedência possível.


domingo, 20 de dezembro de 2009

Clube Português de Autocaravanas





Quem não evita as pequenas faltas, pouco a pouco cai nas grandes
Thomas Kempis


Quando no dia 3 de Fevereiro de 2009 tornei pública a razão pela qual não era sócio do CPA – Clube Português de Autocaravanas – (vide AQUI) fi-lo com a plena consciência que o motivo apontado não seria pela opinião autocaravanista considerado, em si mesmo, suficiente e justificável.

Porém, assim o não entendi, porquanto, à luz dos princípios que considero correctos (e que não pretendo impor a ninguém, mas tão só convencer), não aceito que as instituições me obriguem a revelar dados, por mais insignificantes que se considerem e que em nada contribuem e justificam a sua revelação, como era o caso. E era o caso ao pretenderem obrigar-me, para ser sócio, a ter e a revelar o meu número de telefone fixo.

Acrescente-se, que era também obrigado a informar quais as habilitações literárias e a profissão que tinha, como se esses dados fossem importante para o normal funcionamento do Clube.

Concluindo: Tratava-se, embora coisa de pouca monta, de uma intromissão injustificada na vida privada de um cidadão. Mas, é com coisas de pouca monta, passo a passo, que se chegam às coisas de grande monta.

Entendeu a Direcção do CPA, já no decorrer do corrente mês de Dezembro, que se não justificava (ou não se justificava!) contrapor à inscrição de associado a obrigatoriedade de ter e de informar o número de telefone fixo, as habilitações literárias e a profissão.

A deliberação agora assumida pela Direcção do CPA só a honra.




O autor do Blogue do Papa Léguas afirmou no último parágrafo do texto a que acima nos referimos o seguinte:

Tenho esperança que este “ainda não sócio” possa mudar de estatuto para um “já sócio.”

No dia 1 de Janeiro de 2010 remeterei por via electrónica a minha inscrição para sócio do CPA – Clube Português de Autocaravanas.

Por uma questão de coerência… e não só!


domingo, 13 de dezembro de 2009

Os municípios e o autocaravanismo



O turismo itinerante em autocaravana é um factor de desenvolvimento económico para as populações e para que essa mais valia se possa melhor concretizar, para que o ambiente seja ainda melhor protegido e para que os autocaravanistas se sintam bem acolhidos nos diferentes municípios do País (como se sentem nas diferentes localidades da quase totalidade da restante Europa) e, inclusive, recorrendo ao comércio local, é necessário criar condições mínimas que se consubstanciam, também, na construção de “Áreas de Serviço para Autocaravanas” em, pelo menos, uma por Concelho.

Nas diferentes organizações de autocaravanistas podem ser encontradas preciosas ajudas para a criação de Áreas de Serviço.

Foi a ideia acima explanada, entre outras, que remetemos ao XVIII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses, conforme pode ser lido neste Blogue, mais precisamente AQUI.

Contudo, nada nos garantia que a Mesa do XVIII Congresso desse a conhecer às Câmaras Municipais presentes e ausentes esta nossa carta, razão pela qual entendemos dirigi-las, para conhecimento, a TODOS os Presidentes de TODAS as Câmaras Municipais de Portugal.

Foi o que fizemos.

A mensagem que introduziu os dois documentos anexos (vide AQUI e AQUI) foi a seguinte:

Ex.mo Senhor Presidente da
(nome da Câmara Municipal respectiva)

Permita-me que me dirija a V. Ex.ª para, no pressuposto que possa não ter tomado conhecimento da carta que em 14 de Dezembro passado dirigi à Mesa do XVIII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses, lhe vir dar conhecimento pessoal da mesma, bem como a todo o executivo da Câmara Municipal a que preside.

Conjuntamente com a carta atrás referida anexo, igualmente, o documento que na carta é citado, obviando, assim, a que v. Ex.ª o tenha de obter na Internet acedendo ao endereço disponibilizado.

Aproveito para desejar a V. Ex.ª e à equipe que coordena, os votos de Boas Festas e Bom Ano Novo, extensíveis a todos os munícipes.

Saudações Autocaravanistas


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Reflectir sobre o Encontro da Amieira


Aspecto parcial da Reunião do CAB (IV)


Não é necessário que o Papa Léguas alerte para a publicação do comunicado do CAB (de que é fundador e aderente) sobre o IV Encontro que teve lugar na Marina da Amieira para que os autocaravanistas com acesso à Internet dele (comunicado) tenham conhecimento. Aliás, outros companheiros autocaravanistas já fizerem esse alerta e bem.

Não queremos, no entanto, deixar de realçar alguns pontos do Comunicado (aprovado por consenso) para que os companheiros autocaravanistas que tenham lido superficialmente o mesmo, já devido à sua extensão, já por falta de tempo, ou por qualquer outra razão, possam, se o desejarem, reflectir sobre os pontos que, na opinião e responsabilidade do Papa Léguas, devem ser sinalizados.


Comissão Coordenadora do CAB (2010)
João Firmino (Newsletter) e Vítor Silva (Haddoock on the road)

- “ (…) Reiterar que o CAB não é, nem quer ser, um clube de autocaravanismo (…) “, afirmação de princípio que consubstancia e reafirma a ideia inscrita na “Declaração de Alenquer”, aquando da reunião constitutiva, que entende o CAB como “uma associação de Blogues” (e outros espaços virtuais da Internet) ao aprovar-se que “ (…) a adesão ao CAB (…) está aberta a todos os espaços na internet (blogues, fóruns, websites…) (…)”;

- “ (…) congratular-se com o facto de o Presidente da União Europeia, (…) recentemente nomeado, ser adepto do autocaravanismo (…)”, informação que visa dar visibilidade ao facto de o autocaravanismo ser uma prática que é transversal a quase toda a sociedade mundial e que não pode ser menosprezada e ilegalmente perseguida;

- “ (…) Felicitar os deputados da Assembleia da República que participaram (…) na iniciativa parlamentar de apresentação, agendamento e discussão em plenário, de um projecto de lei sobre autocaravanismo (…)”, facto indesmentível, embora o Projecto Lei não tenha sido aprovado e não obstante o CAB ter proposto algumas alterações que o iriam beneficiar e o Papa Léguas ter avançado com uma proposta de eliminação do n.º 2 do Artigo 5º desse Projecto Lei por discriminatório;

- “ (…) FAVORECER QUE SEJA RETOMADA A INICIATIVA LEGISLATIVA (…)“, porque o CAB (e o Papa Léguas também), assume que é necessário a existência de uma Lei que defina o que é ACAMPAR e ESTACIONAR, até como forma de defender o direito a não serem (os autocaravanistas) discriminados;

- “ (…) promover o apoio à realização de um seminário sobre Autocaravanismo (…)“, com vista a encontrar entre as associações direccionadas para o autocaravanismo pontos de consenso para virem a ser divulgados pela chamada sociedade civil através dos órgãos de comunicação social. Não se trata, pois, de um seminário do CAB, mas de uma reunião em que os verdadeiros decisores serão as associações de autocaravanistas, num autocaravanismo entendido como uma modalidade de turismo itinerante em autocaravana;

- “ (…) CAB, elegeu: • João Firmino (representação do Blog Autocaravanismo Newsletter) • Vítor Silva (representação do Blog Haddoock On the road) (…)”, esta, a eleição da Comissão Coordenadora do CAB, para um mandato para ano de 2010, é, na nossa (do Papa Léguas) a questão que, junto da opinião pública autocaravanista, pode ser a mais melindrosa.

Assim sendo e para uma ainda melhor compreensão do assunto iremos ser um pouco menos concisos.

A ainda actual Coordenação é constituída por três Blogues: “MIDAP”, “Newsletter” e “Papa Léguas”, através dos respectivos representantes, Diogo Ferreira, Luís Decarvalho e Rui Narciso, conforme é público e consta da “Declaração de Alenquer”. Diogo Ferreira foi designado pela Comissão Instaladora do “MIDAP” e Luís Decarvalho e Rui Narciso são os autores dos seus respectivos Blogues.

O “MIDAP” e o “Papa Léguas” fizeram saber que se não candidatariam a novo mandato e o representante do “Newsletter” (Luís Decarvalho) também fez saber que não aceitaria, pessoalmente, fazer parte da nova Comissão Coordenadora do CAB.

Na IV reunião do CAB, para além de ser proposta a redução da Comissão Coordenadora de 3 membros para dois (o que foi aceite) foi proposto pelo representante do “Newsletter”, a candidatura do próprio Blogue “Newsletter” (da autoria de Luís Decarvalho), a ser representado por João Firmino e foi proposto, pela ainda actual Comissão Coordenadora do CAB, a candidatura do Blogue “Haddoock on the road” (da autoria de Vítor Silva), a ser representado pelo autor, ou seja, por Vítor Silva.

Estes são os factos e sobre eles não se pode deixar de comentar que nada de ilegal se verifica, não obstante poder vir a haver quem não considere muito razoável esta situação.

Para o Papa Léguas a questão só poderá não ser transparente a partir do momento em que o autor do Blogue “Newsletter” passe a estar presente, inclusive sob quaisquer títulos (secretário, assessor, Gabinete de Estudos, etc.), ao lado ou em vez do representante que indicou para representar o seu próprio Blogue, ou em eventuais reuniões da Coordenação do CAB ou que o CAB tenha com outras entidades. Não queremos acreditar que assim se venha a verificar. Contudo, o futuro o dirá;

- “ (…) a criação de um fórum aberto apenas aos aderentes do CAB (…)“, foi outra importante decisão assente na necessidade de os aderentes do CAB (os Blogues) através dos seus legítimos representantes (um por cada Blogue) poderem analisar internamente as diferentes situações que se venham a verificar a cada momento no âmbito do autocaravanismo e de uma forma mais interactiva do que a morosa troca de mensagens através de correio electrónico. Esta poderá vir a ser uma forma de criar os consensos possíveis entre os Blogues, permitindo que em privado cada um emita abertamente a sua forma de ver o assunto e se não venha a sentir em público preterido por não ver a sua ideia aceite.

É do conhecimento geral que dos diferentes Fóruns existentes, vocacionados para o autocaravanismo, o único não ligado a nenhuma associação, clube ou firma comerciante de autocaravanas, o melhor conhecido e o que mais movimento diário tem é o “CampingCar Portugal”. Mesmo o Fórum do “Clube Português de Autocaravanas” (Clube com quase 2000 associados), que é aberto a sócios e não sócios, tem uma movimentação muito inferior ao “CampingCar Portugal”. Dos outros Fóruns não falamos porquanto o acesso aos mesmos é residual.

Daí, eventualmente, a decisão de criar um Fórum aberto APENAS aos aderentes do CAB. Se outra fosse a intenção, o adjectivo APENAS seria desnecessário e bastaria, sobre a decisão tomada na reunião do CAB, escrever, tão-somente, “a criação de um Fórum”, subtraindo o adjectivo APENAS. Qualquer outra interpretação, no sentido de criar um Fórum aberto, não estará, seguramente, como é comprovável e comprovado, nem na letra, nem no espírito do texto da “Declaração da Amieira” e, muito menos, no espírito do Papa Léguas.

Assim deliberaram os aderentes do CAB e deliberaram bem.



Anoitecer na Marina da Amieira

Acerca da MARINA DA AMIEIRA e do empreendimento turístico ZMAR falaremos noutra ocasião.


Preservar o ambiente
(no ZMAR)

NOTA: As fotos não são complementos do texto nem com ele interagem.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Congresso ANMP / Autocaravanismo


(Foto retirada do Blogue CATRINETAsaojuliao)

Está a decorrer até amanhã (dia 5 de Dezembro) o XVIII Congresso da Associação Nacional de Municipios Portugueses e, aproveitando o evento, remetemos por correio electrónico uma carta dirigida à Mesa do Congresso que transcrevemos para conhecimento.

Ao
XVIII Congresso da
Associação Nacional de Municípios Portugueses


Caros Senhores,

Permitam-me alertar para uma situação relacionada com a prática do Autocaravanismo entendido como uma modalidade de turismo itinerante em autocaravana e para a qual, por vezes, são tomadas medidas lesivas não só das populações que representam, como dos autocaravanistas.

Estão nessas medidas incluídas as que (de forma discriminatória e ilegal) proíbem o estacionamento de autocaravanas (veículos devidamente homologados) nas mesmas condições de qualquer outro veículo do mesmo gabarito em conformidade com o disposto no Código da Estrada.

Porque existe alguma indefinição entre ACAMPAR (que deve ser penalizado quando fora dos locais autorizados para o efeito) e ESTACIONAR, é necessário que se definam estes dois conceitos:

ACAMPAR: A imobilização da autocaravana, ocupando um espaço superior ao seu perímetro, em consequência da abertura de janelas para o exterior, uso de toldos, mesas, cadeiras e similares, para a prática de campismo.

ESTACIONAR: A imobilização da autocaravana na via pública, respeitando as normas de estacionamento em vigor, designadamente o Código da Estrada, independentemente da permanência ou não de pessoas no seu interior.

O acto de acampar, conforme é acima definido, só é permitido em locais consignados na Lei e, consequentemente, salvo excepções, também consignadas na Lei, é proibido na via pública independentemente da hora a que ocorra, devendo, na salvaguarda do interesse público, ser penalizado.

O acto de estacionar, conforme é acima definido, pode ser efectuado em qualquer local, não proibido por Lei (nomeadamente no Código da Estrada) não podendo as autocaravanas, pelo simples facto de o serem, nomeadamente através de sinalética que não consta dos diplomas legais, ser impedidas de o fazer.

Estes são os princípios que há respeitar e que os autocaravanistas que se assumem como turistas itinerantes defendem.

A existência de diplomas que legislam de forma discriminatória, impedindo especificamente o veículo autocaravana de estacionar onde outros veículos de igual ou semelhante gabarito o podem fazer, é lesiva da igualdade de tratamento a que todos temos direito.

Por outro lado, o turismo itinerante em autocaravana é um factor de desenvolvimento económico para as populações.

Para que essa mais valia se possa melhor concretizar, para que o ambiente seja ainda melhor protegido e para que os autocaravanistas se sintam bem acolhidos nos diferentes municípios do País (como se sentem nas diferentes localidades da quase totalidade da restante Europa) e, inclusive, recorrendo ao comércio local, é necessário criar condições mínimas que se consubstanciam, também, na construção de “Áreas de Serviço para Autocaravanas” em, pelo menos, uma por Concelho.

Nas diferentes organizações de autocaravanistas podem ser encontradas preciosas ajudas para a criação de Áreas de Serviço, contudo, pela simplicidade de que se reveste, sem desprimor por todas as outras organizações, sugerimos o acesso a este endereço AQUI

Constituiria um marco histórico no desenvolvimento do turismo itinerante em autocaravana e elucidativo das preocupações das autarquias nesta área que, nas conclusões do XVIII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses, pelo menos, se recomendasse a todos os autarcas o estudo aprofundado desta temática nas vertentes atrás referidas.

Com votos que o Vosso Congresso permita um maior desenvolvimento das populações e construir um ainda melhor poder autárquico apresento

Saudações Autocaravanistas


quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

FCMP e as suas congéneres



Pela importância e oportunidade de que se reveste não é prescindível a leitura dos “postes” colocados no Fórum do CampingCar Portugal, no tópico “FCMP mto distanciada no tempo relativam/ às suas congéneres”, mais concretamente AQUI.

Opiniões (que à data e hora da consulta do Fórum) se podiam ler, como:

Considero que uma Federação Campista é algo que não é essencial nem decisivo para o desenvolvimento do Autocaravanismo, como forma de Turismo Itinerante (entenda-se Turismo Itinerante em Autocaravana, como aquele não dependente dos campings!).

Tem que ser o esforço de muitos autocaravanistas – turistas itinerantes que pode mudar a forma como as autarquias nos receberão. Depois já a Federação se pode ocupar dos Parques e da limpeza e sobrelotação e condições de segurança dos mesmos.

Confundir camping com autocaravanismo, como sucede tantas vezes com as nossas autoridades ou algumas autarquias, é misturar a bota com a perdigota.

Nos grandes centros e no litoral, quando se fala em AS e, tentamos explicar a sua função, vêem logo com a conversa, de que um parque de campismo é que é o ideal.

O texto da Federação Francesa de Campismo e Caravanismo, que o companheiro autocaravanista que no Fórum do campingCar Portugal abriu o tópico pode ser lido AQUI (clique na imagem para a aumentar) e é em si mesmo a demonstração de quem entende a época em que vivemos e usa o poder em beneficio de toda comunidade.

A sua opinião também é importante. Aceda ao Fórum e diga o que pensa.