quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Boas Festas...na era digital

Este é um período em que, independentemente da filosofia de vida de cada um, temos sempre a esperança de termos contribuído para um futuro melhor, em que os homens e as mulheres se tornem mais iguais.

É minha profunda convicção que as coisas estão e serão diferentes.

Até já o Natal é diferente na era digital. Não acreditam? Então vejam:
(ligue o som)






quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Apontamentos... Sintra



Sob o título “Apontamentos…” chamamos de atenção, através da imagem, para diversos locais que recordamos com um sorriso um tanto nostálgico.

Se puder não deixe de os visitar


Hoje Apontamentos… sobre Sintra, para ver AQUI



quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Hoje estamos em greve

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Penela - verdes, azuis, rosas, amarelos...



 A Serra do Espinhal oferece uma paisagem inigualável. Tonalidades variegadas que vão desde o verde ao azul, do rosa ao amarelo.

Para visitar Penela sugere-se que acede ao Roteiro turístico que pode encontrar
AQUI

As fotos obtidas no decorrer do 1º Encontro da Região Centro promovido pelo CPA (Clube Português de Autocaravanas) em Penela (Portugal) nos dias 15 a 17 de Outubro de 2010 podem ser visualizadas AQUI

Também se pode aceder às fotos na Foto Galeria II, localizada na Coluna da direita deste Blogue, na rubrica “Encontro CPA - Penela”.

sábado, 30 de outubro de 2010

Constância – Onde o Zêzere se entrega ao Tejo


Constância – Onde o Zêzere se entrega ao Tejo


Constância é um município por onde é admissível que tenha passado Luiz de Camões. Local agradável onde o Zêzere se entrega ao Tejo e onde a Câmara Municipal proporcionou aos autocaravanistas uma Área de Serviço.

Sugerimos veementemente uma visita a Constância não esquecendo o Centro de Ciência Viva a meia dúzia de quilómetros.

As Fotos, que foram obtidas no decorrer de um Encontro de Autocaravanistas promovido pelo CPA (Clube Português de Autocaravanas) em Constância (Portugal) nos dias 1 a 3 de Outubro de 2010 com participação na inauguração de uma Área de Serviço para Autocaravanas, podem ser vistas AQUI

Como habitualmente também se pode aceder às fotos na Foto Galeria II, localizada na Coluna da direita deste Blogue, na rubrica “Encontro CPA - Constância”.


sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Autocaravanistas em Vila Viçosa


No segundo fim-de-semana de Setembro (entre os dias 10 e 14) Vila Viçosa recebe as Festas de Capuchos, esperando que este ano, a exemplo de anos anteriores, milhares de pessoas se desloquem para assistirem a uma das maiores festas do Alentejo.

O Clube Português de Autocaravanas (CPA), a convite da Câmara Municipal, organiza um Encontro de Autocaravanistas que pretende, também, contribuir para o maior desenvolvimento local dos municípios do interior de Portugal e, simultaneamente, passar a mensagem do que é o autocaravanismo entendido como uma forma de turismo itinerante.

Este é um passeio a que se não pode faltar por todas as razões, incluindo as que se prendem com a demonstração de civismo que deve ser proporcionado ao País e aos órgãos de comunicação social pelos autocaravanistas.

Entrevista da responsabilidade da Jornalista Rosário Canhoto ao Presidente da Direcção do CPA e amavelmente cedida pela Rádio Campanário - Vila Viçosa:



Também um responsável pelas Festas de Vila Viçosa, Professor José Alberto Parraça, apreciou a disponibilidade dos autocaravanistas e reconheceu a mais valia dos mesmos conforme se pode ouvir na entrevista também gentilmente cedida pela Rádio Campanário - Vila Viçosa.



O Programa das festas pode ser visto AQUI

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Viajar com Saramago



HOMENAGEM
a
José Saramago

Ausente por terras de França tive conhecimento da morte de José Saramago (Prémio Camões e Prémio Nobel) não podendo, como gostaria, de lhe prestar, no momento, uma singela e sentida homenagem.

Os autocaravanistas (turistas itinerantes) encontram no Livro “Viagem a Portugal” motivos mais que suficientes para reconhecerem o desafio e convite que lhes é feito.

Esta Viagem a Portugal é uma história. História de um viajante no interior da viagem que fez, história de uma viagem que em si transportou um viajante, história de viagem e viajante reunidos em uma procurada fusão daquele que vê e daquilo que é visto, encontro nem sempre pacífico de subjectividades e objectividades.”, lê-se na apresentação do Livro.

E, mais adiante, pode ainda ler-se: “A felicidade, fique o leitor sabendo, tem muitos rostos. Viajar é, provavelmente, um deles. Entregue as suas flores a quem sabe cuidar delas, e comece. Ou recomece. Nenhuma viagem é definitiva.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

José Saramago

Nascimento 16 de Novembro de 1922 - Azinhaga, Golegã, Portugal

Morte 18 de Junho de 2010 (87 anos) - Tías, Província de Las Palmas, Canárias, Espanha

Nacionalidade Português

Ocupação Escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista, poeta

Principais trabalhos Memorial do Convento; O Evangelho segundo Jesus Cristo; Ensaio sobre a Cegueira, etc.

Prêmios Nobel de Literatura (1998) - Prémio Camões (1995)



José de Sousa Saramago (Azinhaga, Golegã, 16 de Novembro de 1922 — Tías, Lanzarote, 18 de Junho de 2010) foi um escritor, argumentista, jornalista, dramaturgo, contista, romancista e poeta português.

Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1998. Também ganhou o Prémio Camões, o mais importante prémio literário da língua portuguesa. Saramago foi considerado o responsável pelo efectivo reconhecimento internacional da prosa em língua portuguesa.

O seu livro Ensaio Sobre a Cegueira foi adaptado para o cinema e lançado em 2008, produzido no Japão, Brasil e Canadá, dirigido por Fernando Meirelles (realizador de O Fiel Jardineiro e Cidade de Deus). Em 2010 o realizador português António Ferreira adapta um conto retirado do livro Objecto Quase, conto esse que viria dar nome ao filme Embargo, uma produção portuguesa em co-produção com o Brasil e Espanha.

Nasceu no distrito de Santarém, na província geográfica do Ribatejo, no dia 16 de Novembro, embora o registo oficial apresente o dia 18 como o do seu nascimento. Saramago, conhecido pelo seu ateísmo e iberismo, foi membro do Partido Comunista Português e foi director-adjunto do Diário de Notícias. Juntamente com Luiz Francisco Rebello, Armindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, um dos fundadores da Frente Nacional para a Defesa da Cultura (FNDC). Casado, em segundas núpcias, com a espanhola Pilar del Río, Saramago viveu na ilha espanhola de Lanzarote, nas Ilhas Canárias.

Biografia

José Saramago nasceu na vila de Azinhaga, no concelho da Golegã, de uma família de pais e avós agricultores. A sua vida é passada em grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924 – era um menino de apenas dois anos de idade. Dificuldades económicas impedem-no de entrar na universidade. Demonstra desde cedo interesse pelos estudos e pela cultura, sendo que esta curiosidade perante o Mundo o acompanhou até à morte. Formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi de serralheiro mecânico. Fascinado pelos livros, visitava, à noite, com grande frequência, a Biblioteca Municipal Central — Palácio Galveias.

Aos 25 anos, publica o primeiro romance Terra do Pecado (1947), no mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis – com quem se casou em 1944 e com quem permaneceu até 1970. Nessa época, Saramago era funcionário público. Em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986 e ao lado da qual viveu até à morte. Em 1955 e para aumentar os rendimentos, começou a fazer traduções de Hegel, Tolstoi e Baudelaire, entre outros.

Depois de Terra do Pecado, Saramago apresentou ao seu editor o livro Clarabóia que, depois de rejeitado, permanece inédito até à data de hoje. Persiste, contudo, nos esforços literários e, dezanove anos depois, funcionário,então, da Editorial Estudos Cor, troca a prosa pela poesia, lançando Os Poemas Possíveis. Num espaço de cinco anos, publica, sem alarde, mais dois livros de poesia: Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975). É quando troca também de emprego, abandonando a Estudos Cor para trabalhar no Diário de Notícias (DN) e, depois, no Diário de Lisboa. Em 1975, retorna ao DN como Director-Adjunto, onde permanece por dez meses, até 25 de Novembro do mesmo ano, quando os militares portugueses intervêm na publicação (reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos) demitindo vários funcionários. É, hoje, controverso o modo ditatorial como saneou jornalistas do DN. Demitido, Saramago resolve dedicar-se apenas à literatura, substituindo de vez o jornalista pelo ficcionista: "(…) Estava à espera de que as pedras do puzzle do destino – supondo-se que haja destino, não creio que haja – se organizassem. É preciso que cada um de nós ponha a sua própria pedra, e a que eu pus foi esta: "Não vou procurar trabalho", disse Saramago em entrevista à revista Playboy, em 1995.

Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: Deste Mundo e do Outro, 1971, A Bagagem do Viajante, 1973, As Opiniões que o DL Teve, 1974 e Os Apontamentos, 1976. Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque - esta missão está reservada aos seus romances, género a que retorna em 1977.

Três décadas depois de publicado Terra do Pecado, Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com Manual de Pintura e Caligrafia. Mas ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo. As marcas características do estilo Saramaguiano só apareceriam com Levantado do Chão (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.

Dois anos depois de Levantado do Chão (1982), surge o romance Memorial do Convento, livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou factos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar, por exemplo. O contraste entre a opulenta aristocracia ociosa e o povo trabalhador e construtor da história servem de metáfora à medida da luta de classes marxista. A crítica brutal a uma Igreja ao serviço dos opressores inicia a exposição de uma tentativa de destruição do fenómeno religioso como devaneio humano construtor de guerras.

De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a factos da realidade material, problematizando a interpretação da "história" oficial: O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) - sobre as andanças do heterónimo de Fernando Pessoa por Lisboa; A Jangada de Pedra (1986) - em que se questiona o papel Ibérico na então CEE através da metáfora da Península Ibérica soltando-se da Europa e encontrando o seu lugar entre a velha Europa e a nova América; História do Cerco de Lisboa (1989) - onde um revisor é tentado a introduzir um "não" no texto histórico que corrige, mudando-lhe o sentido; e O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) - onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo que não é Deus e se revolta contra o seu destino e onde, a fundo, questiona o lugar de Deus, do cristianismo, do sofrimento e da morte. (sendo esta a sua obra mais controversa).

Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase em que os enredos não se desenrolam mais em locais ou épocas determinados e personagens dos anais da história se ausentam: Ensaio Sobre a Cegueira (1995); Todos os Nomes (1997); A Caverna (2001); O Homem Duplicado (2002); Ensaio Sobre a Lucidez (2004); e As Intermitências da Morte (2005). Nessa fase, Saramago penetrou de maneira mais investigadora os caminhos da sociedade contemporânea, questionando a sociedade capitalista e o papel da existência humana condenada à morte.

Saramago faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente havia algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida.

O seu funeral teve Honras de Estado, tendo o seu corpo sido cremado em Lisboa.

Debeladas as controvérsias a que nunca se furtou e que interventivamente procurava, a marca que ficará na mente e coração do Povo Português será o legado que José Saramago deixará e isso compete à história decidir .

Obra

José Saramago foi conhecido por utilizar um estilo oral, coevo dos contos de tradição oral populares em que a vivacidade da comunicação é mais importante do que a correcção de uma linguagem escrita. Todas as características de uma linguagem oral, predominantemente usada na oratória, na dialéctica, na retórica e que servem sobremaneira o seu estilo interventivo e persuasivo estão presentes. Assim, utiliza frases e períodos compridos, usando a pontuação de uma maneira não convencional; Os diálogos das personagens são inseridos nos próprios parágrafos que os antecedem, de forma que não existem travessões nos seus livros. Este tipo de marcação das falas propicia uma forte sensação de fluxo de consciência, a ponto do leitor chegar a confundir-se se um certo diálogo foi real ou apenas um pensamento. Muitas das suas frases (i.e. orações) ocupam mais de uma página, usando vírgulas onde a maioria dos escritores usaria pontos finais. Da mesma forma, muitos dos seus parágrafos ocupariam capítulos inteiros de outros autores. Por isso, se o leitor se habituar ao o seu estilo, a sua leitura é muito agradável, pois o seu ritmo está muito próximo da eloquência oral do Povo Português.

Estas características tornam o estilo de Saramago único na literatura contemporânea, sendo considerado por muitos críticos um mestre no tratamento da língua portuguesa. Em 2003, o crítico norte-americano Harold Bloom, no seu livro Genius: A Mosaic of One Hundred Exemplary Creative Minds ("Génio: Um Mosaico de Cem Exemplares Mentes Criativas"), considerou José Saramago "o mais talentoso romancista vivo nos dias de hoje" (tradução livre de the most gifted novelist alive in the world today), referindo-se a ele como "o Mestre". Declarou ainda que Saramago é "um dos últimos titãs de um género literário que se está a desvanecer".

Obras publicadas

Romances

• Terra do Pecado, 1947

• Manual de Pintura e Caligrafia, 1977

• Levantado do Chão, 1980

• Memorial do Convento, 1982

• O Ano da Morte de Ricardo Reis, 1984

• A Jangada de Pedra, 1986

• História do Cerco de Lisboa, 1989

• O Evangelho Segundo Jesus Cristo, 1991

• Ensaio Sobre a Cegueira, 1995

• Todos os Nomes, 1997

• A Caverna, 2000

• O Homem Duplicado, 2002

• Ensaio Sobre a Lucidez, 2004

• As Intermitências da Morte, 2005

• A Viagem do Elefante, 2008

• Caim, 2009

Peças teatrais

• A Noite

• Que Farei com Este Livro?

• A Segunda Vida de Francisco de Assis

• In Nomine Dei

Don Giovanni ou O Dissoluto Absolvido

Contos

• Objecto Quase, 1978

• Poética dos Cinco Sentidos - O Ouvido, 1979

Poemas

• Os Poemas Possíveis, 1966

• Provavelmente Alegria, 1970

• O Ano de 1993, 1975

Crónicas

• Deste Mundo e do Outro, 1971

• A Bagagem do Viajante, 1973

• As Opiniões que o DL Teve, 1974

• Os Apontamentos, 1977

• Diário e Memórias

• Cadernos de Lanzarote (I-V), 1994

• As Pequenas Memórias, 2006

• O Conto da Ilha Desconhecida, 1997

Viagens

• Viagem a Portugal, 1981

Infantil

• A Maior Flor do Mundo, 2001

Premiações

De entre as premiações destacam-se o Prémio Camões (1995) - distinção máxima oferecida aos escritores de língua portuguesa; o Nobel de Literatura (1998) - o primeiro concedido a um escritor de língua portuguesa.

Polémicas

A carreira de Saramago foi acompanhada de diversas polémicas. As suas opiniões pessoais sobre religião ou sobre a luta internacional contra o terrorismo são discutidas e algumas resultam mesmo em acusações de diversos quadrantes.

Director-Adjunto do Diário de Notícias

Após a “Revolução dos Cravos”, no dia 9 de Junho de 1974, José Saramago toma posse como director-adjunto do Diário de Notícias. Desde logo tornou claro que pretendia utilizar o posto concedido como ferramenta política no intuito de tornar Portugal um estado socialista: “O DN vai ser o instrumento, nas mãos do povo português, para a construção do socialismo.”

Com a nacionalização do jornal, após o 11 de Março de 1975, o jornal remodelou a sua direcção. Saramago manteve o seu cargo, mas para efeitos práticos, as suas funções assemelhavam-se mais ao cargo de director do que director-adjunto. Entre Abril e Novembro do mesmo ano, redigiu cerca de 95 textos na primeira página sob o título de “Apontamentos”, que acabavam por funcionar como editoriais do jornal. Nestes textos era possível denotar fortes críticas a Mário Soares, Freitas do Amaral, entre outros, e rasgados elogios a dirigentes comunistas dos quais se destacam Vasco Gonçalves.

Estes textos não eram assinados, e por uma só vez surge a assinatura de José Saramago junto com a de Luís de Barros[quem?], nas páginas do DN num texto intitulado "Uma Direcção Nova" e publicado a 11 de Abril: "O DN é importante de mais para que os seus trabalhadores aceitem vê-lo transformar-se em feudo de alguém. Esta Casa precisa de todos e será obra de todos". Contrariando estas palavras, 22 jornalistas serão despedidos a 27 de Agosto por delito de opinião. "Informação revolucionária não se faz com jornalistas contra-revolucionários. Por isso, os que o eram foram afastados", explicará o DN, a 4 de Setembro, em prosa não assinada.

Entre os vários textos que escreveu nunca escondeu que acreditava na instauração de regime socialista recorrendo à força das armas. São dele as afirmações: “Ou esta Revolução se suicida (...) ou se recupera pela única via que lhe deixam aqueles que a querem liquidar”, "a violência revolucionária é uma legítima defesa quando está em causa a vida e o futuro de um povo inteiro" e "O regresso aos quartéis, que alguns teimam em preconizar, nada resolveria as Forças Armadas, tendo sido MFA no seu sector progressista, não podem recuperar neutralidades utópicas: mais vale, portanto, que, mesmo em conflito, continuem no primeiro plano da acção política. Mas cuidado, o tempo não espera". Estas afirmações consistiam num apelo implícito ao golpe militar, que poderia mergulhar o país na guerra civil. De facto, no dia seguinte à publicação destas afirmações, 25 de Novembro de 1974, sectores da esquerda radical levam a cabo uma tentativa de golpe de estado falhada, assinalando também o fim da influência de Saramago no DN.

Críticas a Israel e acusações de anti-semitismo

Um caso que tem tido alguma repercussão relacionou-se com a posição crítica do autor em relação à posição de Israel no conflito contra os palestinianos. Por exemplo, a 13 de Outubro de 2003, numa visita a São Paulo, em entrevista ao jornal O Globo, afirmou que os Judeus não merecem a simpatia pelo sofrimento por que passaram durante o Holocausto… Vivendo sob as trevas do Holocausto e esperando ser perdoados por tudo o que fazem em nome do que eles sofreram parece-me ser abusivo. Eles não aprenderam nada com o sofrimento dos seus pais e avós. A Anti-Defamation League (ADL) (Liga Anti-Difamação), um grupo judaico de defesa dos direitos civis, caracterizou estes comentários como sendo anti-semitas. Segundo as palavras de Abraham Foxman, director da ADL, "os comentários de José Saramago são incendiários, profundamente ofensivos e mostram uma ignorância destes assuntos, o que sugere um preconceito contra os Judeus".

Em defesa de Saramago, diversos autores afirmam que ele não se insurgiu contra os judeus, mas contra a política de Israel, como, por exemplo, num artigo publicado a 3 de Maio de 2002 no jornal Público, onde, comparando o actual conflito com a cena bíblica de David e Golias, o autor diz que David, representando Israel, "se tornou num novo Golias" e que aquele "lírico David que cantava loas a Betsabé, encarnado agora na figura gargantuesca de um criminoso de guerra chamado Ariel Sharon, lança a "poética" mensagem de que primeiro é necessário esmagar os palestinianos para depois negociar com o que deles restar".

Integração de Portugal numa Federação Ibérica

Em entrevista ao jornal Diário de Notícias em 15 de Julho de 2007, Saramago afirmou que a integração entre Espanha e Portugal é uma forte probabilidade e que os portugueses só teriam a ganhar se Portugal fosse integrado na Espanha, país no qual se auto-exilou (na ilha de Lanzarote) e que viu como seu a atribuição do Nobel da Literatura..

A ida para Lanzarote conta mais sobre o escritor do que deixa transparecer a justificativa corrente (a medida censória portuguesa). Com o gesto de afastamento rumo à ilha mais oriental das Canárias, Saramago não apenas protesta ante o cerceamento, como finca raízes num local de geografia inóspita (trata-se de uma ilha vulcânica, com pouca vegetação e nenhuma fonte de água potável). A decisão tem um carácter revelador, tanto mais se se levar em conta que, neste caso, "mais oriental" significa dizer mais próximo de Portugal e do continente europeu.

Mesmo em dias de hegemonia do pensamento pró-mercado, Saramago guarda um olhar abrigado numa ilha europeia mais próxima da África que do velho centro da civilização capitalista. Sempre atento às injustiças da era moderna, vigilante das mais diversas causas sociais, Saramago não se cansava de investir, usando a arma que lhe coube usar, a palavra. "Aqui na Terra a fome continua, / A miséria, o luto, e outra vez a fome.", diz o eu lírico do poema saramaguiano "Fala do Velho do Restelo ao Astronauta" (do livro Os Poemas Possíveis, editado em 1966).

Cronologia da atribuição de um prémio Nobel

• Setembro de 1997 - A agência publicitária sueca, Jerry Bergström AB, de Estocolmo, contratada pelo ICEP - (órgão estatal português para a promoção do comércio e turismo nacional), organizou uma visita de José Saramago a Estocolmo, incluindo:

• Um seminário na Hedengrens, a principal cadeia de livrarias sueca

• Discurso na Universidade de Estocolmo

• Várias entrevistas a jornais, revistas e rádios suecas

• Nesses mesmos dias, a televisão estatal sueca produziu um programa especial dedicado a Saramago

• Outubro de 1997 - A Feira Internacional do Livro de Frankfurt tem neste ano Portugal como país em destaque

• 10 de Dezembro de 1998 - Saramago recebe o Prémio Nobel em Estocolmo

Segundo o "Diário de Notícias", o director da empresa sueca Jerry Bergström AB afirmou: "Portugal nunca tinha tido um Prémio Nobel da literatura e uma parte da nossa missão consistia em mudar essa situação".

Comentando esta atribuição, Sture Allén, então secretário da Academia Sueca, negou que a decisão tenha sido afectada por "campanhas publicitárias, comentários de académicos ou escritores, ou qualquer outro tipo de pressão".

Contradizendo Allén, Knut Ahnlund e Lars Gyllensten, membros da academia afirmaram que seria ridículo afirmar que os membros da academia sejam "imunes a agências publicitárias".

Segundo o Dagens Nyheter haveria provas de que uma campanha semelhante foi organizada pela Alemanha.

Knut Ahnlund, membro da academia sueca, foi crítico da atribuição do prémio Nobel a Saramago, que segundo ele foi o culminar de uma campanha profissional de relações públicas.

Críticas a Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI)

Na sua passagem por Roma em 14 de Outubro de 2009, Saramago chamou Joseph Alois Ratzinger, actualmente conhecido como Papa Bento XVI, de "cínico", dizendo que a "insolência reaccionária" da Igreja Católica precisa ser combatida com a "insolência da inteligência viva".

De entre as suas principais declarações, estavam a de "[q]ue Ratzinger tenha a coragem de invocar Deus para reforçar o seu neomedievalismo universal, um Deus que ele jamais viu, com o qual nunca se sentou para tomar um café, mostra apenas o absoluto cinismo intelectual" dele. Disse também que "[a]s insolências reaccionárias da Igreja Católica precisam de ser combatidas com a insolência da inteligência viva, do bom senso, da palavra responsável. Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias por supostos representantes de Deus na Terra, os quais, na verdade, só têm interesse no poder".

Afirmando ainda que a Igreja não se importa com o destino das almas e que sempre procurou apenas controlar os seus corpos, e que o pouco compromisso dos escritores e intelectuais poderia ser uma das causas da crise da democracia, o escritor alertou que o fascismo está a crescer na Europa e mostrou-se convencido de que, nos próximos anos "atacará com força". Por isso, ressaltou, "temos que nos preparar para enfrentar o ódio e a sede de vingança que os fascistas estão a alimentar".

Oposição da Igreja Católica

Por frequentemente fazer uso dos seus direitos fundamentais de liberdade religiosa e de liberdade de expressão, Saramago encontrou sempre fortes críticas e oposição na Igreja Católica, que não aceita o exercício dessa liberdade democrática de Saramago (daí o facto de ele se referir a esta como "fascista" com frequência). Os protestantes (ou evangélicos) já declararam publicamente apoiar a liberdade de expressão do autor. E essa relação de tensão com a Igreja Católica é agravada devido à origem portuguesa de Saramago, local onde o catolicismo ainda é muito forte e discuti-lo ainda é um tabu.

Devido à sua origem portuguesa e a toda a influência cultural exercida pelo catolicismo em tal contexto, Saramago sente a necessidade de abordar a Bíblia no seu trabalho de escritor – esse texto faz parte do seu património cultural, ao contrário do Alcorão, que Saramago entende não ser a sua tarefa abordá-lo.

A interpretação que Saramago faz da Bíblia é a de que ela é um "manual de maus costumes", cheio de "um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana", e que para uma pessoa comum a decifrar, precisaria de ter "um teólogo ao lado". E cita para sustentar isso os episódios de violência relatados na Bíblia, como sacrifício de Isaac, a destruição de Sodoma ou a vida de Job, por exemplo. Para Saramago, todos eles revelam que "Deus não é de fiar". E Saramago diz, sobre a necessidade ou não da exegese, que tem que "interpretar a letra" do texto – um processo que, na interpretação bíblica, é chamado de literalista.[11] E isso de modo algum impede que outra pessoa tenha a sua interpretação, ou que ele tente impor a sua interpretação como verdade como absoluta. Muito pelo contrário, ele até mesmo estimula a leitura bíblica: "Sobre o livro sagrado, eu costumo dizer: lê a Bíblia e perde a fé!", diz Saramago. Na verdade, ele apenas quer ter o direito de expressar a sua opinião.

Porém, Saramago não deixa de reconhecer que a "Bíblia tem coisas admiráveis do ponto de vista literário" e "muita coisa que vale a pena ler", estando, dentre elas, os Salmos, com páginas "belíssimas", o Cântico dos Cânticos, e a parábola do semeador contada por Jesus.

A relação de tensão de Saramago com a Igreja Católica cresceu fortemente após a publicação do livro "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" em 1991, que foi adaptado para o teatro em 2001. O livro foi motivo de fortes críticas por parte de católicos que se consideraram ofendidos pela leitura secular que Saramago faz da personagem Jesus.

É até por isso que, quando uma jornalista lhe perguntou porque sentia essa necessidade de esmiuçar a Bíblia, Saramago disse: "Não se ponha na posição da Igreja, de que não se toca na Bíblia."

A Igreja Católica não gostou da atribuição do Prémio Nobel a Saramago e publicou no diário do Vaticano, L'Osservatore Romano: “Saramago é, ideologicamente, um comunista inveterado”.

O lançamento do livro Caim (2009) voltou a suscitar "incompreensões, resistência, ódios velhos", conforme Saramago. "Desperto muitos anticorpos em certas pessoas", acrescenta, acusando várias vezes responsáveis da Igreja Católica (mas não protestantes ou judeus) de terem comentado o livro que ainda não leram – de facto, as pessoas foram instadas a comentar as declarações sobre a Bíblia, feitas por Saramago.

E, realmente, após o lançamento de Caim, várias vozes católicas se insurgiram contra Saramago. Ele foi acusado (como se ele fosse um "herege", e não um escritor) pelo padre José Tolentino Mendonça, director do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura, de fazer uma leitura ingénua, ideológica e manipuladora da Bíblia. O bispo do Porto, D. Manuel Clemente, afirmou que José Saramago "revela uma ingenuidade confrangedora quando faz incursões bíblicas" e, como "exigência intelectual, deveria informar-se antes de escrever". Já o director da Faculdade de Teologia da Universidade Católica de Lisboa, Peter Stilwell, considera que "seria espantoso" que José Saramago encontrasse algo divino na Bíblia e sublinhou que o escritor escolheu o fratricida Caim e não Abel, a vítima. Tal director que condena Saramago por ter escrito sobre Caim, deve também desaprovar tanto Byron quanto o também Nobel John Steinbeck (que trata a personagem de Caim em A Leste do Paraíso - East of Eden) por terem escrito sobre tal personagem.

O teólogo Anselmo Borges inicialmente afirmou que Saramago fez uma leitura "completamente unilateral" da Bíblia, que tem, como qualquer livro, de ser lida como um todo. Mais tarde, tal teólogo declarou ter opinião formada sobre Caim: "Gostei do livro e até digo que é importante." Dá três razões para justificar a sua opinião: a "Bíblia é um livro aberto; há liberdade de interpretação e obriga os crentes a reflectir". Para o biblista Fernando Ventura, José Saramago tinha a exigência intelectual de se informar antes de escrever. O religioso capuchinho referiu que "a Bíblia pode ser lida por alguém que não tem fé, mas supõe alguma honestidade intelectual de quem o lê", e acusou Saramago de "uma falta gigantesca" dessa honestidade.

Sobre tais opiniões, Saramago, com sarcasmo, disse: "Dizem que li a Bíblia com ingenuidade porque é necessário fazer uma interpretação simbólica, ou seja, aquilo que ali está escrito não tem sentido por si. E levou mil anos a ser escrito!" Ainda sobre a alegação de "ingenuidade", respondeu: "Abençoada ingenuidade que me permitiu ler o que lá está e não qualquer operação de prestidigitação, dessas em que a exegese é pródiga, forçando as palavras a dizerem apenas o que interessa à Igreja. Leio e falo sobre o que leio".

Essas críticas confirmam também a opinião de Saramago de que muitos que comentaram o livro ainda não o leram – isso está explícito no próprio teor das críticas.

É também por esses comentários que Saramago diz que os católicos "não leem a Bíblia".

Devido aos acontecimentos, em uma conversa com o teólogo católico José Tolentino de Mendonça no final de Outubro de 2009, Saramago declarou: "A mim, o que me vale, meu caro Tolentino, é que já não há fogueiras em São Domingos".

Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, que em Abril de 2009 já havia afirmado que "os estudiosos católicos não podem interpretar a Bíblia de uma maneira independente, nem de um ponto de vista científico ou individual", após o episódio ocorrido no lançamento de Caim voltou a afirmar publicamente que apenas a Igreja Católica pode interpretar a Bíblia.

Dias após a morte de Saramago, o jornal oficial do Vaticano chamou o escritor de "populista extremista" e "ideólogo anti-religioso".

Perseguição religiosa de católicos a Saramago

Após ter enfrentado forte perseguição religiosa com o lançamento do livro "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" em 1991, o que culminou com a sua mudança de Portugal para a Espanha pouco depois, o lançamento de Caim em 2009, mesmo em pleno século XXI, voltou a render-lhe mais perseguição religiosa.

Saramago sofreu perseguição tanto por parte de membros da Igreja Católica, quanto de católicos. O eurodeputado Mario David, por exemplo, falando em nome pessoal e assumindo-se católico não-praticante, disse ter vergonha de ser compatriota do escritor, e escreveu no seu blog da Internet, tendo-o repetido depois aos meios de comunicação, que Saramago devia renunciar à nacionalidade portuguesa (apesar de tais declarações, o escritor esclareceu que jamais pensou em abandonar a cidadania portuguesa).

A eurodeputada Edite Estrela declarou que tais palavras de Mario David são inquisitórias.

Já Sousa Lara, o Sub-Secretário de Estado adjunto da Cultura de Portugal em 1991, que então vetou o livro de Saramago O Evangelho segundo Jesus Cristo de uma lista de romances portugueses candidatos a um prémio literário europeu, um dos motivos que ocasionaram a mudança de Saramago de Portugal na época, por considerar tal um acto de censura, em Outubro de 2009 comparou Saramago com Berlusconi (político direitista italiano conhecido por sua fé católica – ele já até mesmo vetou publicação de livro de Saramago na Itália chamando a obra de "anticatólica", o que rendeu uma resposta de Saramago que disse que "O Estado de Berlusconi é católico e reaccionario"–, um quase que oposto de Saramago), sugerindo que ele deveria receber uma punição (não apenas divina) pelo que foi escrito em Caim, declarando o que segue:

"Este senhor atingiu, não se percebe muito bem porquê, um patamar de impunidade que a humanidade concede, tipo Berlusconi. Há umas pessoas que podem dizer tudo, que podem fazer as coisas mais absurdas e as pessoas habituam-se a isso e não levam a mal. Só tenho pena que não enxovalhe, da mesma forma que enxovalhe o património católico, por exemplo os muçulmanos, porque esses não perdoam e vergam-lhes pela pele. Aí é mais difícil insistir muito numa gracinha reiterada contra a religião muçulmana. Calculo que depois não lhe corra bem o futuro depois".

O poeta Manuel Alegre, sobre tais acontecimentos, declarou: "Isto é uma história portuguesa cheia de preconceitos e fantasmas. Em primeiro lugar é preciso ler o livro de José Saramago. Ele é um grande escritor, mas parece que não se perdoa a Saramago, ser um grande escritor da língua portuguesa, ser um Prémio Nobel e não ser um homem religioso". "Ele escreveu um livro, mas não vejo ninguém discutir o livro. Só vejo discutir as opiniões que com todo o direito ele expressou sobre a Bíblia". Conforme questiona Alegre, "As pessoas podem não estar de acordo com aquilo que ele diz, mas como é que se pode pôr em causa a seriedade de um homem que diz aquilo que pensa". Ele considera tais acontecimentos como "um preconceito" e "resquícios de dogmatismo". "Não lhe podem negar o direito de escrever um livro e também não se pode crucificar o Saramago por exprimir as suas opiniões e menos ainda por ser um grande escritor, e menos ainda por ser um Prémio Nobel". Finalizando, disse que "ao Saramago não se perdoa ser um português que se atreveu a ganhar o Prémio Nobel da Literatura e que diz que não acredita em Deus".

Devido a tais acontecimentos, Saramago chegou até mesmo a propor dois novos direitos à Declaração Universal dos Direitos Humanos: o direito à dissidência e à heresia (que, na verdade, já estão contidos no artigo XVIII de tal carta que expressa que "todas as pessoas tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião", e no artigo XIX, também da DUDH, que expressa que "todas as pessoas tem direito à liberdade de opinião e expressão", bem como dentro do direito de liberdade religiosa quando expresso na Constituição de um Estado laico, como é o caso de Portugal e do Brasil, embora muitas pessoas não tenham consciência disso devido a postura da Igreja Católica e da imprensa em tais países - algo que confirma essa afirmação é o facto de um jornalista chegar a declarar, em clara oposição a uma ideia de democracia, que "[s]ó quem acredita que a Bíblia tem alguma relação com a palavra de Deus está habilitado para sobre ela fazer considerações éticas".Claramente, não é necessário acreditar em um "poder ético" daquele livro para poder criticá-lo, basta ter consciência dos seus efeitos sociais, e isso afeta a todos, inclusive quem é ateu como Saramago. Conforme o próprio Saramago declarou, "como não sou inteiramente burro, ganhei muito cedo a consciência do peso da religião na vida humana. E como, depois, quando se entra em leituras históricas e se encontra com o desastre, digamos, do alargamento da influência do cristianismo, que isso custou cidades destruídas, milhares de pessoas mortas, assassinadas, degoladas, queimadas… As Cruzadas foram qualquer coisa que a Igreja devia pedir perdão!".

Em entrevista quando da publicação do livro Caim em 2009, o entrevistador observou que o livro havia sido publicado em Portugal, no Brasil e em Espanha, países maioritariamente católicos, e perguntou se Saramago achava que essa reacção iria continuar. Saramago, respondeu o seguinte: "Não, em Espanha, não. Publicou-se lá recentemente um livro do Fernando Vallejo, La puta de Babilonia, que se fosse eu a escrever aquilo cá em Portugal tinham-me dependurado num desses candeeiros da avenida. É de uma violência de denúncia e de crítica que é um autêntico bota-abaixo".


segunda-feira, 24 de maio de 2010

CPA em Lordelo


CPA em Lordelo

O 1º Encontro Regional CPA – Zona Norte, que foi extraordinariamente bem recebido pelas autoridades autárquicas e eclesiásticas, contou com a participação do Papa Léguas.

A reportagem fotográfica pode ser acedida AQUI

Como habitualmente também se pode aceder às fotos na Foto Galeria II, localizada na Coluna da direita deste Blogue, na rubrica “Encontro CPA – Lordelo”.

sábado, 8 de maio de 2010

Queimada em Chaves


XIV Encontro de “Autocaravanas PYC – MMVV”

Como foi divulgado AQUI realizou-se nos passados dias 22 a 26 de Abril o XIV Encontro de “Autocaravanas PYC – MMVV” no Parque de Campismo da “Quinta do Rebentão” em Chaves.

O evento decorreu entre passeios ecológicos, visitas à Cidade de Chaves, almoços de confraternização e recriação de uma Queimada, num são espírito de camaradagem.

Contudo, mais do que as palavras é a reportagem fotográfica que melhor descreve o que por lá se passou.

Veja as fotos AQUI.

Como habitualmente também se pode aceder às fotos na Foto Galeria II, localizada na Coluna da direita deste Blogue, na rubrica “Encontro PYC -XIV”.



INFORMAÇÃO:


Para aceder às fotos assinale com o “rato” a rubrica pretendida e aguarde ser direccionado.

Imediatamente após aceder à primeira foto “clique” na seta do meio (na parte inferior do monitor) para dar início ao “slideshow”.

Pode também ver as fotos em “tela inteira” pressionando a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Não é um adeus… é um até à próxima


Não é um adeus… é um até à próxima.

O autor do Blogue “Papa Léguas – Autocaravanismo” foi, como é do conhecimento público, eleito para desempenhar funções directivas no CPA – Clube Português de Autocaravanas.

Este facto, embora não cerceie a minha liberdade de opinião ou capacidade de análise, auto impõe uma ainda maior responsabilidade e, também, uma compreensível e prudente contenção na divulgação das ideias que sobre a política autocaravanista tenha ou venha a ter.

Sem abdicar da coerência e da assertividade que (quero crer) fazem parte da minha personalidade, não me é possível, no que ao autocaravanismo respeita, assumir o desempenho de vários papéis.

Por outro lado, o respeito que tenho pelos meus companheiros autocaravanistas, que fazem parte da equipa em que me insiro, não é consentâneo com a abordagem autónoma que pudesse vir a fazer das questões que ao autocaravanismo dizem respeito.

O Blogue “Papa Léguas – Autocaravanismo”, até ao término do meu mandato, pelos motivos acima aduzidos, apenas reproduzirá o relato e as fotos das viagens que o seu autor efectuar.

Pelas mesmíssimas razões, a minha participação nos diversos Fóruns em que estou inscrito é suspensa.

Não quero deixar de agradecer a todos os autocaravanistas os votos de felicidades, pessoais e institucionais, que fizeram o favor de me remeter.

Um Abraço

O Papa Léguas

terça-feira, 6 de abril de 2010

Eleições no CPA



A Lista MUDAR PARA DESENVOLVER candidata aos Corpos Gerentes do CPA divulgou o seguinte:

"Contamos consigo.

É já no próximo dia 10 de Abril que se realizará mais uma sessão da Assembleia-geral do CPA iniciada em 30 de Janeiro passado.

Desde então (30 de Janeiro) foi nomeada uma Comissão de Sócios para constituir uma Lista Candidata aos Corpos Gerentes do CPA, o que se verificou em 20 de Fevereiro e sem prejuízo de se poderem ter candidatado outras Listas até 10 de Março passado.

Foi a única Lista Candidata divulgada aos sócios, conjuntamente com o Boletim do CPA e com (o que se verificou pela primeira vez) um Programa de Acção que em si mesmo constitui um compromisso que a Lista assume perante os associados.

Foi a Lista Candidata mais longe ao promover Reuniões de Associados em 5 Zonas do País (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve) de forma a permitir aos sócios, que o desejassem, um contacto com a Lista e a análise e esclarecimento do Programa de Acção. Nenhum sócio pode argumentar que não foram desenvolvidas as iniciativas mínimas para que a participação fosse possível.

Na próxima Assembleia-geral eleitoral ainda não vai ser possível a utilização do voto por correspondência pelo que os sócios que desejem exercer o seu direito de votar ter-se-ão que deslocar a Vila Nova da Barquinha.

A TODOS os sócios do CPA a Lista Candidata garante que irá desenvolver os esforços necessários para cumprir o Programa de Acção, com a participação indispensável de TODOS, pois queremos contar com TODOS os sócios, sem excepção."

sábado, 3 de abril de 2010

Conversando com os sócios do CPA - Zona Algarve


RECORDE: Reunião de sócios do CPA

ZONA: Algarve
DIA: 04 de Abril de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Olhão

LOCAL: Reunião na Casa dos Trabalhadores do Camping Olhão
MORADA: Acesso pela Estrada Nacional 125
GPS: N 37º 02’ 07’’ W 07º 49’ 21’’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócio do CPA e acompanhantes
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA

NOTA:
Os sócios do CPA que desejem pernoitar no Parque de Campismo podem fazê-lo a preços de sócio do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas entre os dias 2 de Abril e saída a 5 de Abril.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Conversando com os sócios do CPA - Zona Alentejo

(Foto do site da Câmara Municipal de Castro Verde)

RECORDE: Reunião de sócios do CPA

ZONA: Alentejo
DIA: 03 de Abril de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Castro Verde

LOCAL: Parque de Campismo Municipal de Castro Verde
MORADA: Rua Timor Lorosae
GPS: N 37º 42’ 17,88’’ W 08º 05’ 17,22’’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:
1 – Pode verificar-se que a reunião não tenha lugar no Parque de Campismo e, nessa circunstância, na recepção do parque serão dadas informações detalhadas, pelo que se aconselha a comparência o mais tardar até às 14,45h.
2 - Os sócios do CPA que quiserem pernoitar no Parque de Campismo de Castro Verde podem fazê-lo mediante pagamento da estadia.


quarta-feira, 31 de março de 2010

Reformados e Jubilados Ibéricos


Desde há muitos anos que os Reformados portugueses e os Jubilados espanhóis se encontram pelo menos duas vezes por ano, já em Portugal, já em Espanha.

O primeiro Encontro deste ano (o vigésimo nono) teve lugar em Alba de Tormes, uma simpática Vila situada a cerca de 20 Kms de Salamanca, mais concretamente num Parque de Campismo com o mesmo nome da Vila e paredes meias com uma área de lazer na margem do Rio Tormes.

O Programa iniciou-se no dia 19 e terminou no dia 26 do passado mês de Março. Desde o Hastear das Bandeiras da Republica Portuguesa e do Reino de Espanha, passando por visitas guiadas à Vila de Alba de Tormes e à Cidade de Salamanca, passeios junto ao Rio, jogos dos mais diversos e muitas refeições de convívio, até ao Encerramento “oficial” do Encontro, o Programa foi cumprido, excepto… o cumprimento dos horários. Um senão a ser corrigido, especialmente no que se refere ao horário das refeições.

Infelizmente o tempo não ajudou. Chuva abundante, granizo, ventos fortes, frio intenso, foram uma quase constante que nem uma ou outra aberta nos fizeram sentir fisicamente melhores. Só a amabilidade dos nossos anfitriões contribuiu para aquecer os corações.

A título de curiosidade informa-se que os concessionários do Parque de Campismo eram… portugueses. O Carlos e a Conceição foram inexcedíveis nas amabilidades que a TODOS dispensaram, embora, pareceu-nos, com uma atenção especial para os portugueses.

Para quem queira passar pelo Parque de Campismo e dizer um olá ou beber o melhor café da região aqui ficam as coordenadas: N 40º 49’ 14’’ W 05º 31’ 14’’

As fotos deste XXIX Encontro Ibérico de Reformados e Jubilados podem ser vistas AQUI.

Como habitualmente também se pode aceder na Foto Galeria II, localizada na Coluna da direita deste Blogue, na rubrica “Encontro Reformados Ibéricos -29”.


sábado, 27 de março de 2010

Conversando com os sócios do CPA - Zona Lisboa e Vale do Tejo

(Foto do Site dos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique)

RECORDE: Reunião de sócios do CPA

ZONA: Lisboa e Vale do Tejo
DIA: 28 de Março de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Lisboa

LOCAL: Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique
MORADA: Rua José Gomes Ferreira (Junto ao Centro Comercial Amoreiras)
GPS: N             W
ENTRADA: Gratuita (com automóvel) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:


sexta-feira, 26 de março de 2010

Conversando com os sócios do CPA - Zona Centro

(Foto site Grupo Danças e Cantares Casa Povo S. Martinho do Bispo)

RECORDE: Reunião de sócios do CPA

ZONA: Centro
DIA: 27 de Março de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Coimbra

LOCAL: Casa do Povo de S. Martinho do Bispo
MORADA: Rua D. Pedro, 14 – S. Martinho do Bispo - Coimbra
GPS: N 40º 12’ 35’’ W 08º 27’ 21’’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:
1 – Os sócios do CPA que quiserem pernoitar em Coimbra podem fazê-lo na Área de Serviço ACs:
a) GPS: N 40º 11’ 45’’ W 08º 25’ 50’’;
b) Seguir indicação de acesso ao Parque Verde e depois sinalização para Parque de ACs;
c) A Área fica mesmo por detrás dos Pavilhões, entre estes e a IC2.
2 – Não é aconselhável a deslocação para o local da reunião em Autocaravana por falta de estacionamento nas proximidades.
3 – A deslocação da Área de Serviço de Autocaravanas pode ser feita de transporte público (autocarro):
a) Utilizar os autocarros da LINHA 14 ou 14T;
b) Os autocarros devem ser apanhados no Largo da Portagem que fica do lado de Coimbra junto da Ponte de Santa Clara. Uma das paragens é em frente do Hotel Astória e outra junto do Rio Mondego;
c) No autocarro solicitar para sair na paragem da Escola de S. Martinho do Bispo
d) Os horários, com inicio no Largo da Portagem, são os seguintes:

Linha 14T – 13,20h – 14,05h – 14,50h – 15,35h – 16,20h – 17,05h – 17,50h
Linha 14   – 13,00h – 13,45h – 14,30h – 15,15h – 16,00h – 16,45h – 17,30h

e) O horário de regresso será distribuído no decorrer da reunião e há transportes até às 24,00 horas.

quarta-feira, 17 de março de 2010

E cá, quem nos defende?



Mais importante do que responder à pergunta que o CAB coloca é assumir que a defesa do autocaravanismo, entendido como uma modalidade de turismo itinerante, passa pela participação associativa como forma colectiva de defesa dos direitos e interesses dos autocaravanistas.

O exemplo Francês, a pátria do autocaravanismo, poderá contribuir para incentivar os autocaravanistas portugueses a lutar?

O CAB está de parabéns ao divulgar esta importante notícia.

Saiba mais AQUI

terça-feira, 16 de março de 2010

Dinossáurios no Distrito de Castelo Branco

(Foto extraída do folheto da Dino Expo 2010)

ÚLTIMA HORA

O Vice-Presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova (Município onde teve lugar o 98º NCADI) e também Vereador do Turismo solicitou colaboração para divulgar o mais possível a seguinte mensagem:

Junto envio informação sobre a Exposição que vamos receber a partir de 27 deste Mês, até ao final de Outubro. Esta actividade conjuntamente com o BOOM Festival, considerado um dos 10 melhores de todo o Mundo pela ONU e com a candidatura finalista das Portas de Ródão a uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal, permitirnos-à chegar a muita gente em termos de comunicação. É uma excelente oportunidade de comunicar o território, pelo que peço a vossa colaboração para divulgar o mais possível junto da Comunicação Social e Rede de Amigos e Empresas estes eventos. A Dinoexpo, vai ser uma exposição única no nosso País e no nosso território. O Museu de Londres, por exemplo, manifestou interesse em ter esta exposição lá, dadas as suas características únicas. Aqui vamos ter oportunidade de ver espécimes de fósseis e réplicas nunca antes vistos. Será um bom motivo, para muita gente, vir ao nosso território, pela primeira vez de várias partes do Mundo.

Aqui vos esperamos e aos vossos amigos.

Armindo Jacinto

Pela nossa parte não hesitamos em divulgar este evento, mas também gostariamos de divulgar a inauguração de uma Área de Serviço para Autocaravanas no Concelho de Idanha-a-Nova.

PARA MAIS INFORMAÇÕES "DESCARREGUE" OS DOCUMENTOS A QUE PODE ACEDER AQUI E AQUI.

segunda-feira, 15 de março de 2010

NCADI em Idanha-a-Nova

Alguns dos participantes no 98º NCADI

O Papa Léguas esteve num evento do NCADI (Núcleo Campista de Acampamentos Desportivos de Inverno) conforme foi anunciado AQUI e AQUI.

O referido evento foi constituído por duas partes distintas. A primeira, exterior ao próprio NCADI, foi em si mesmo um Encontro Autocaravanista, entendido como uma modalidade de turismo itinerante. A segunda proporcionou um acampamento, com características especiais devido à época do ano, como aliás faz parte dos objectivos expressos no próprio nome do NCADI.

A participação no Acampamento obrigava a apresentação da Carta Desportiva, vulgo Carta Campista da FCMP, tendo sido evocadas, para essa exigência, razões que a minha razão não reconhece.

Uma nota negativa para a marcação de lugares nas mesas disponibilizadas para as refeições de confraternização, permanentes e fixos durante todo o acampamento, que impossibilitavam que se “rodassem” os companheiros e, assim, de algum modo, se marginalizassem os mais “tímidos”.

As visitas culturais que se fizeram, em ambas as partes do evento, foram agradáveis e merece ser aqui feita uma chamada de atenção especial para Manuel Soares, Fátima e João Antunes pela dedicação e amabilidade no desempenho e empenho das visitas (e não só). Mas a cultura esteve também representada num debate que teve lugar sobre as tradições religiosas no Concelho e na apresentação e exibição do Grupo de Adufeiras de Idanha.

O Fogo de Sala foi animado e revelaram-se alguns verdadeiros profissionais do entretenimento, não obstante todos terem sido, merecidamente aplaudidos.

O Município de Idanha-a-Nova, inexcedível no apoio dado, só peca pela ainda inexistência de uma Área de Serviço para Autocaravanas.

O Balanço final foi globalmente positivo e as 413 fotos para mais tarde recordar podem ser vistas AQUI.

NOTA: Pode também aceder às fotos na Foto Galeria II, localizada na coluna da direita deste Blogue, na rubrica "NCADI -98".


sexta-feira, 12 de março de 2010

Conversando com os sócios do CPA - Zona Norte


(Foto extraída do site do Parque de Campismo de Covas)

RECORDE: Reunião de sócios do CPA

ZONA: Norte
DIA: 13 de Março de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Covas – Vila Nova de Cerveira

LOCAL: Parque de Campismo de Covas
MORADA: Covas – Vila Nova de Cerveira – Estrada A 28 até V. N. de Cerveira, á entrada, depois do posto de combustível, virar á direita, Sôpo e Covas.
GPS: N 41º 53’ 19’’ W 08º 41’’ 43’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:

1 - Os sócios do CPA que quiserem pernoitar no Parque de Campismo podem fazê-lo mediante pagamento da estadia.

2 - Os sócios do CPA que não pernoitarem têm local de estacionamento garantido.


domingo, 7 de março de 2010

Conversando com os sócios do CPA


A Lista MUDAR PARA DESENVOLVER, candidata aos Corpos Gerentes do Clube Português de Autocaravanas, anunciou uma iniciativa que ajudará a um maior conhecimento e envolvência entre sócios de uma mesma região, disponibilizando-se, assim, para “Conversar com os sócios” nos dias, horas e locais abaixo designados e, também, no documento que pode ser “descarregado” AQUI para eventual divulgação pelos sócios que não têm acesso à Internet.


ZONA: Norte
DIA: 13 de Março de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Covas – Vila Nova de Cerveira

LOCAL: Parque de Campismo de Covas
MORADA: Covas – Vila Nova de Cerveira – Estrada A 28 até V. N. de Cerveira, á entrada, depois do posto de combustível, virar á direita, Sôpo e Covas.
GPS: N 41º 53’ 19’’ W 08º 41’’ 43’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:
1 - Os sócios do CPA que quiserem pernoitar no Parque de Campismo podem fazê-lo mediante pagamento da estadia.
2 - Os sócios do CPA que não pernoitarem têm local de estacionamento garantido.


ZONA: Centro
DIA: 27 de Março de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Coimbra

LOCAL: Casa do Povo de S. Martinho do Bispo
MORADA: Rua D. Pedro, 14 – S. Martinho do Bispo - Coimbra
GPS: N 40º 12’ 35’’ W 08º 27’ 21’’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:
1 – Os sócios do CPA que quiserem pernoitar em Coimbra podem fazê-lo na Área de Serviço ACs:
a) GPS: N 40º 11’ 45’’ W 08º 25’ 50’’;
b) Seguir indicação de acesso ao Parque Verde e depois sinalização para Parque de ACs;
c) A Área fica mesmo por detrás dos Pavilhões, entre estes e a IC2.
2 – Não é aconselhável a deslocação para o local da reunião em Autocaravana por falta de estacionamento nas proximidades.
3 – A deslocação da Área de Serviço de Autocaravanas pode ser feita de transporte público (autocarro):
a) Utilizar os autocarros da LINHA 14 ou 14T;
b) Os autocarros devem ser apanhados no Largo da Portagem que fica do lado de Coimbra junto da Ponte de Santa Clara. Uma das paragens é em frente do Hotel Astória e outra junto do Rio Mondego;
c) No autocarro solicitar para sair na paragem da Escola de S. Martinho do Bispo
d) Os horários, com inicio no Largo da Portagem, são os seguintes:

Linha 14T – 13,20h – 14,05h – 14,50h – 15,35h – 16,20h – 17,05h – 17,50h
Linha 14   – 13,00h – 13,45h – 14,30h – 15,15h – 16,00h – 16,45h – 17,30h

e) O horário de regresso será distribuído no decorrer da reunião e há transportes até às 24,00 horas.

 

ZONA: Lisboa e Vale do Tejo
DIA: 28 de Março de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Lisboa

LOCAL: Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique
MORADA: Rua José Gomes Ferreira (Junto ao Centro Comercial Amoreiras)
GPS: N W
ENTRADA: Gratuita (com automóvel) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:

 

ZONA: Alentejo
DIA: 03 de Abril de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Castro Verde

LOCAL: Parque de Campismo Municipal de Castro Verde
MORADA: Rua Timor Lorosae
GPS: N 37º 42’ 17,88’’ W 08º 05’ 17,22’’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócios do CPA e acompanhantes.
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA.

NOTA:
1 – Pode verificar-se que a reunião não tenha lugar no Parque de Campismo e, nessa circunstância, na recepção do parque serão dadas informações detalhadas, pelo que se aconselha a comparência o mais tardar até às 14,45h.
2 - Os sócios do CPA que quiserem pernoitar no Parque de Campismo de Castro Verde podem fazê-lo mediante pagamento da estadia.

MUITO IMPORTANTE: O local desta reunião pode vir a ser alterado pelo que se aconselha veementemente a contactar a Secretaria do CPA (por telefone: 218594230 ou por correio electrónico: geral@cpa-autocaravanas.com) até ao dia 31 de Março.


 

ZONA: Algarve
DIA: 04 de Abril de 2010
HORA: 15,00
LOCALIDADE: Olhão

LOCAL: Reunião na Casa dos Trabalhadores do Camping Olhão
MORADA: Acesso pela Estrada Nacional 125
GPS: N 37º 02’ 07’’ W 07º 49’ 21’’
ENTRADA: Gratuita (sem viatura) a sócio do CPA e acompanhantes
IDENTIFICAÇÃO: Cartão de sócio do CPA

NOTA:
1 - Os sócios do CPA que desejem pernoitar no Parque de Campismo podem fazê-lo a preços de sócio do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas entre os dias 2 de Abril e saída a 5 de Abril.
2 – Preços dia (c/ IVA incluído): Adultos – 0,85; Crianças 5 a 12 anos – 0,85; Autocaravana – 1,52; Energia – 2,00: Cão/Gato – 1,50.