domingo, 10 de janeiro de 2010

Na AG do CPA – MUDAR É O CAMINHO



O que se preconiza não pode ser pormenorizadamente desenvolvido numa Proposta que se tem que enquadrar num Ponto da Ordem de Trabalhos de uma Assembleia-geral também Eleitoral, contudo, por algum lado tem que se começar.

Começar por dar a palavra aos candidatos para que colectivamente apresentem o que se propõem fazer e, simultaneamente, dar a palavra aos sócios, possibilitando que os mesmos optem com consciência plena.

Na passagem dos 20 anos do CPA, neste inicio (?) de década, neste ano de 2010 é tempo de, (é preciso!), MUDAR, (…)

A importância das pessoas

É desta forma que termina a fundamentação / considerandos da Proposta que vai ser presente na próxima Assembleia-geral do CPA.

E é por não poderem ter sido pormenorizadamente desenvolvidas as fundamentações / considerandos que se têm vindo, também aqui, a escalpelizar as ideias que, repete-se, fundamentam o que se vem, depois, propor para aprovação.

A questão central é que, tanto quanto é do conhecimento, nas Assembleias-gerais Eleitorais os candidatos são “encontrados” no decorrer da própria reunião e as votações, também por falta de Listas alternativas, viram-se, exclusivamente para as pessoas.

As pessoas são importantes e, à partida, todas merecem a mesma consideração e respeito. Estamos, porém, a referirmo-nos a candidatos individualmente considerados. Estaremos, eventualmente, a referirmo-nos a ideias e objectivos de cada um dos candidatos o que não é, em si mesmo, irrelevante. Contudo, é insuficiente.

Uma Direcção é um conjunto de pessoas que se constitui em equipa e tem que se comprometer e responsabilizar pelo rumo e pelas acções que desenvolve na prossecução desse mesmo rumo. Para agir como equipe necessita de deliberar entre si um programa de actuação consistente e exequível. Mas esse programa só deve ser executado com o acordo dos sócios e não à revelia dos sócios. E para ser feito com o acordo dos sócios tem que ser do conhecimento prévio desses sócios, logo, os sócios, têm que votar numa equipe (Direcção) cujas pessoas lhes mereçam, individualmente consideradas, confiança e lhes tenham dado a conhecer o que se propõem fazer através da apresentação prévia de um Programa de Acção.

A importância dos compromissos

A apresentação prévia de um Programa de Acção é boa para todas as partes envolvidas no acto eleitoral. Salvaguarda os candidatos que assumem o compromisso, perante os sócios eleitores, de, além de respeitarem os Estatutos e Regulamentos em vigor, se empenharem na execução do que publicamente afirmaram, estabelecendo-se, assim, um contracto.

Os sócios eleitores disponibilizam o seu voto por, além de confiarem que aquelas pessoas (os candidatos) irão cumprir o que se comprometem, também concordam com o Programa de Acção. Os candidatos, se forem eleitos, comprometem-se a cumprir o Programa de Acção como base de avaliação de todo o mandato.

Numa outra perspectiva, este contracto constitui uma parede protectora contra investidas e criticas perante posições assumidas por uma Direcção que esteja a cumprir legitimamente o que se comprometeu no Programa de Acção e que os sócios aprovaram ao eleger aquela Direcção.

A importância da mudança

(¿) PERANTE O QUE SE AFIGURA SER UMA EVIDÊNCIA, que permite e salvaguarda uma total transparência de processos, que permite e salvaguarda uma total participação dos sócios nas orientações do Clube, que permite e salvaguarda as responsabilidades dos candidatos, QUEM NÃO QUER ASSUMIR ESTA MUDANÇA ELEITORAL?

MUDAR, para um Clube que é Português e de Autocaravanas, É O CAMINHO.

Votar a Proposta que será apresentada na próxima Assembleia-geral do CPA é dar os primeiros passos nesse, difícil, mas possível, caminho.


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