sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Declaração de Princípios - Sinalização discriminatória?


Saúde para todos


Toda a sinalização que se venha a criar é discriminatória?


Alguns Companheiros Autocaravanistas consideram que a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade, especificamente no ponto 4, considera que toda a sinalização relacionada com o autocaravanismo, que se venha a criar, será discriminatória.

Esta afirmação não tem razão de ser à luz do que está escrito.

Tal como se tem que considerar a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade como um todo, também cada um dos parágrafos (pontos), em que a mesma está articulada, tem que ser interpretada como um todo.

No ponto 4 pode ler-se:

Considerar que o acto de estacionar/pernoitar, conforme é acima definido, (no ponto3) deve poder continuar a ser efectuado em qualquer local, não proibido por Lei (nomeadamente no Código da Estrada) (…)”

Esta ideia é de uma clareza que não justifica qualquer explicação. Mas, continuemos:

“ (…) não podendo as autocaravanas, pelo simples facto de o serem, nomeadamente através de sinalética que não conste de diplomas legais (e que será discriminatória se vier a existir), ser impedidas de o fazer.

Vamos, agora, alterar a construção da frase, mantendo as mesmas palavras e não alterando a ideia.

“ (…) não podendo as autocaravanas, ser impedidas de o fazer, pelo simples facto de o serem, nomeadamente através de sinalética que não conste de diplomas legais (e que será discriminatória se vier a existir).”

Assim:

não podendo as autocaravanas, ser impedidas de o fazer” – Impedidas de fazer o quê?

Impedidas de “estacionar/pernoitar, (…) em qualquer local, não proibido por Lei (nomeadamente no Código da Estrada)”, conforme se lê na ideia inicial do ponto 4 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.

E não podem ser impedidas de o fazer, ou seja, não podem ser impedidas de estacionar/pernoitar, “nomeadamente através de sinalética que não conste de diplomas legais (e que será discriminatória se vier a existir)”, ou seja, APENAS a sinalética que impeça especificamente o veículo Autocaravana de estacionar/pernoitar será discriminatório.

Esta é a única leitura possível do ponto 4 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade. Qualquer outra, que pressuponha que outro qualquer sinal específico sobre autocaravanas será discriminatório, é uma leitura abusiva que pode, eventualmente, ter intenções que não quero aqui adiantar.

Um sinal que, por exemplo, proibisse um veículo de estacionar por estar pintado de amarelo, é o quê? Discriminatório!

De realçar que todo o texto da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade se pronuncia contra a discriminação das autocaravanas. Veja-se, por exemplo, o ponto 5 da Declaração de Princípios.

Os sinais têm que ser abrangentes e as Câmara Municipais podem e devem regular o trânsito, através de posturas, mas, em nenhuma circunstância, devem discriminar um veículo. Um sinal, uma lei, podem ser legais, mas nem por isso, poderão deixar de ser discriminatórios, devendo, se isso se verificar, ser contestados. Esta questão, aliás, poderia ser objecto de uma análise elucidativa.

Concluindo:

A existência de sinalização que impeça exclusivamente o veículo autocaravana de estacionar é discriminatória.


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Declaração de Princípios - Áreas Serviço contribuem ordenamento do trânsito


Saúde para todos

As Áreas de Serviço contribuem para o melhor ordenamento do trânsito

Prosseguindo na análise e no entendimento que tenho da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade, após ter equacionado o primeiro ponto que alguns consideram controverso (Texto insuficientemente desenvolvido e aprofundado?), venho tecer mais uma pequena consideração sobre a subentendida obrigatoriedade de as autocaravanas só poderem vir estacionar nas Áreas de Serviço, o que muitos Companheiros Autocaravanistas alegam ser a intenção da Declaração de Princípios.

E digo mais uma pequena consideração porquanto este tema já foi profusamente abordado e pode ser acedido neste endereço:


Quando no ponto 8 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade é dito que “ (…) a implementação de Áreas de Serviço para Autocaravanas, (…), contribui, (…) para (…) o melhor ordenamento do trânsito automóvel” alguns Companheiros Autocaravanistas não só interpretam, erradamente, que o que se pretende é criar condições para obrigar ao acantonamento das autocaravanas nas Áreas de Serviço como também advogam, não sei bem porquê, da necessidade de existirem sinais de trânsito verticais para o efeito.

Sobre o alegado acantonamento das autocaravanas não me vou voltar a pronunciar pois já foi analisado, como podem constatar no endereço electrónico acima referido.

Sobre a questão da existência de sinais de trânsito verticais peço que procurem acompanhar o meu raciocino.

Num determinado aglomerado populacional existe uma artéria aberta ao tráfego automóvel sem qualquer sinalização inclusive no pavimento. Anexa a essa via está disponível, gratuitamente, um Parque de Estacionamento de livre acesso a todos os veículos.

Perguntas: (¿) Contribui ou não contribui esse Parque de Estacionamento para um melhor ordenamento do trânsito na medida em que de forma voluntária os condutores optem por ali estacionar os respectivos veículos? (¿) Não haverá, assim, uma maior fluidez do tráfego na artéria referida? (¿) Não é espectável (e é o que a prática nos diz) que os condutores de veículos de maiores dimensões optem por estacionar no Parque de Estacionamento?

Respostas: Sim, sim e sim.

Substitua-se “Parque de Estacionamento” por “Área de Serviço” e “veículo” por “Autocaravanas” e as respostas continuarão a ser as mesmas.

Faço votos para que todas as dúvidas sobre o ponto 8 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade estejam desfeitas e que, consequentemente, se não prossiga num caminho de descredibilização de um texto que, pela primeira vez foi apoiado por entidades que representam milhares de autocaravanistas, numa demonstração de unidade que é em si mesma um marco histórico no Movimento Autocaravanista de Portugal de que devemos sentir orgulho.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Declaração de Princípios - Pouco desenvolvida e aprofundada?



Saúde para todos!

TEXTO INSUFICIENTEMENTE DESENVOLVIDO E APROFUNDADO?

Na análise e no entendimento que faço da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade considerei, na última mensagem aqui por mim colocada que, talvez erradamente, eram 5 os pontos de divergência que alguns Companheiros Autocaravanistas tinham.

O primeiro desses pontos, embora a ordem seja arbitrária, refere-se a que o texto da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade não está suficientemente desenvolvido e aprofundado.

Na realidade não estamos perante um Ensaio sobre Autocaravanismo, nem sequer são apontados caminhos de ordem prática.

É notório que o texto da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade não tem qualquer tipo de ideias ou conceitos inovadores. Já antes de Maio de 2010 eram muitos os Autocaravanistas que colocavam na Internet apontamentos acerca dos princípios que deviam ser seguidos. A Cartilha do Autocaravanista (http://www.cpa-autocaravanas.com/materiais/CPA-CartilhaAutocaravanista.pdf), as Regras de Ouro (http://www.campingcarportugal.com/) e a Declaração de Alenquer sobre Respeito Autocaravanista (http://cab-circulo.blogspot.com/) são alguns exemplos de preocupações sobre as situações que se colocavam aos Autocaravanistas.

Uma, se não a principal, grande mais-valia da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade foi registar algumas das ideias que mais preocupavam os autocaravanistas à época (e que ainda hoje são actuais) e congregar, pela primeira vez, o apoio de muitas entidades, conseguindo-se, assim, uma primeira Plataforma de Unidade.

Sejamos todos humildes para reconhecer e aplaudir o esforço, a visão de futuro, de entidades tão díspares como a Federação Portuguesa de Campismo e Montanhismo de Portugal e o Touring Clube Autocaravanista ou como a Associação de Comércio Automóvel e o CampingCar Portugal.

Deixem-me usar um pouco deste espaço para dizer, com mágoa e com preocupação, que lamento que a Associação Portuguesa de Empresários de Camping e de Hotelaria de Ar Livre não tenha, AINDA, subscrito a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade e compreendido que não será com normas restritivas impostas aos Autocaravanistas que terá lugar um maior desenvolvimento dos Parques de Campismo.

(¿) Poderia um documento como a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade ser mais desenvolvido, contemplar as tantas e tantas situações que se colocam aos autocaravanistas e algumas ideias importantes, como, por exemplo, a definição do conceito de Autocaravanismo? Claro que poderia! Mas, possivelmente, algumas das entidades subscritoras não teriam apoiado o documento. E era muito importante garantir à partida o apoio do maior número de entidades relacionadas com o autocaravanismo. Na minha opinião, embora não sendo perfeito, é um documento equilibrado, que aponta caminhos de interesse para os autocaravanistas e que, considerando o âmbito e o teor das mensagens, pode ser subscrito por qualquer entidade ou cidadão.

Já o aprofundamento das ideias da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade obriga a reflectir sobre duas vertentes: a da divulgação e a da execução prática do documento.

Divulgar um documento que possa ser fácil e rapidamente lido e entendido é meio caminho andado para a rápida interiorização dos conceitos. Na questão da divulgação há que considerar que Portugal não é uma ilha e que os problemas dos autocaravanistas na Europa, designadamente no sul, podem configurar a subscrição da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade por entidades existentes nesses países, o que implica que seja feita uma tradução que, tanto mais fácil será quanto mais sintético for o texto. E, tal como é publico e está publicado, este caminho já está a ser trilhado.

A Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade será tanto mais útil quanto se leve à prática o que o documento contempla. Sendo o documento mais aprofundado mais difícil seria obter um consenso sobre a forma como aplicar as ideias nele contidas e reduziria o espaço de manobra.

Um exemplo prático: há quem entenda que não é necessária a promulgação de leis sobre autocaravanismo, pois as que existem são suficientes, logo, ficar expresso que o conceito de acampar e estacionar em Autocaravana devia ser objecto de um diploma legal criaria, à partida, uma divisão não desejável.

E, mais exemplos poderiam ser adiantados.

Poderão muitos Companheiros Autocaravanistas continuar a dizer que a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade devia ser mais desenvolvida e aprofundada e, até, poderão argumentar de forma sustentada, mas, se assim fosse, as consequências políticas (mais subscritores e internacionalização) seriam negativas.

Não quero vencer ninguém, mas quero convencer todos, pelo menos das boas intenções (de que o inferno está cheio) desta Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.


terça-feira, 27 de setembro de 2011

Declaração de Princípio - Introdução




Nos anos anteriores a 2010 eram muitos os Companheiros Autocaravanistas que neste e noutros Fóruns, em blogues e em tertúlias, defendiam muitas das ideias referidas na Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.

Sem questionar o direito, o interesse e até a necessidade, de os cidadãos individualmente considerados se expressarem, é uma evidência que as intervenções individuais, por si só, não alteram o “status quo”, sem prejuízo, contudo, de contribuírem para a formação de opiniões que progressivamente vão mudando mentalidades.

São grupos de cidadãos organizados das mais diversas formas e que levam uma ideia para a respectiva organização que, depois, a vem a assumir, a difundir e, assim, a ideia assume um peso muito mais elevado e credível, que de outra forma não teria, quando expressa isoladamente por um cidadão.

No que é dito no parágrafo anterior reside, também, a importância do associativismo. No que é dito e no que, algumas vezes, terão dito utentes deste e de outros Fóruns, apelando às associações para levarem a cabo acções neste e naquele sentido. Ao fazê-lo reconhecem a necessidade da existência de associações, reconhecem que é nas associações que está a representatividade do autocaravanismo, reconhecem que é através da intervenção das associações que se podem alcançar objectivos que melhorem a prática do autocaravanismo, mas, contraditoriamente com o que expressam, muitos são os que não estão inscritos em qualquer associação ou, mesmo que inscritos, não contribuem para a formação da vontade colectiva através de uma participação activa.

Em Maio (e não só) de 2010 subscreveram a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade pelo menos as entidades seguintes:

- Amigos do Centro Forumeiros
- Associação de Comércio Automóvel (ACAP)
- Automóvel Clube de Portugal (ACP)
- Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera (CAB)
- Clube de Campismo e Caravanismo de Barcelos
- Clube Flaviense de Autocaravanismo
- Clube Português de Autocaravanas (CPA)
- Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP)
- Movimento Independente pelo Autocaravanismo (MIDAP)
- Portal CampingCar Portugal
- Touring Clube Autocaravanista

Não obstante muitos companheiros autocaravanistas ainda não compreenderem o significado politico deste acto é necessário realçar que entidades que, no seu todo, representam milhares de autocaravanistas estão, através desse documento, colectivamente, a manifestar-se contra a discriminação negativa do autocaravanismo, a definir o que é acampar e estacionar em autocaravana e, também, a considerar que o autocaravanismo tem que ser protegido e criadas condições para a prática do mesmo.

Não considerar esta manifestação colectiva significativamente importante, na medida em que estas entidades se comprometeram publicamente, não é compreensível por parte de quem defenda os direitos e obrigações dos autocaravanistas.

(Seria estultícia sonhar, sequer, que todas estas entidades, que subscreveram a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade, representando milhares de autocaravanistas, o tivessem feito de ânimo leve, sem qualquer sentido de responsabilidade).

Perante o que é uma evidência, há que concluir que a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade é o mais importante e significativo documento existente no âmbito do Autocaravanismo, que esse documento representa a vontade dos autocaravanistas expressa através das entidades que os representam e até são as mais representativas, considerando que a representação dos autocaravanistas, não existindo uma melhor forma de aferir das vontades, está nas suas associações.

Alguns Companheiros Autocaravanistas irão protestar veemente dizendo que não estão inscritos em nenhuma associação ou que estão inscritos numa associação que não subscreveu a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade ou ainda que a maioria dos autocaravanistas não está inscrita em nenhuma associação. Por isso, pretenderão que se conclua que esse documento não pode ser apresentado como representando a vontade dos autocaravanistas.

Não aceito, mesmo que a maioria dos autocaravanistas não esteja inscrito em nenhuma associação, que o documento não possa ser presente onde quer que seja como a expressão da vontade política do Movimento Autocaravanista. Alguns exemplos podem ser avocados neste sentido.

Alguns Companheiros Autocaravanistas afirmam, no que se refere à Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade:

1 – Que não tem as ideias suficientemente desenvolvidas e aprofundadas;

2 – Que está subentendida a obrigatoriedade de as autocaravanas só poderem estacionar nas Áreas de Serviço;

3 – Que considera que toda a sinalização que se venha a criar é discriminatória o que não é aceitável;

4 – Que a existência de discriminação negativa como contrapartida da discriminação positiva devia constar do documento;

5 – Considerar que a utilização das Estações de Serviço em Parques de Campismo não pode ser só Municipal.

É sobre cada uma destas questões que são evocadas que assenta a base da contestação da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade e porque alguns dos intervenientes são “fazedores de opinião” proponho-me intervir, progressivamente, na defesa da interpretação que considero correcta.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Áreas de Serviço e a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade


Em muitas ocasiões têm sido passadas nos Fóruns mensagens que dão uma interpretação negativa à Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.


Neste endereço, no Fórum do CampingCar Portugal, tomei a iniciativa colocar 4 textos que abordam e analisam os pontos 7 e 8 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade e procuram desfazer as dúvidas e clarificar as interpretações erradas, nomeadamente para que no futuro, sempre que haja um ressurgimento dessas mesmas dúvidas e interpretações erradas seja suficiente indicar o endereço onde pode ser lida a reposição da verdade.

Transcrevo, para os que não quiserem aceder ao Fórum do CampingCar Portugal, os textos pela ordem em que foram inseridos

Texto 1- Publicado pela primeira vez no Fórum do CampingCar Portugal em 19 de Setembro de 2011


Saúde para todos!

A análise de questões que respeitem ao autocaravanismo não deve ser impedida pela origem das fontes que as motivam, desde que tratadas com base nas situações concretas, e não, em juízos de valor, sem sustentação credível e, muitas vezes, com intenções persecutórias.

A questão das “Estações de serviço nos campings” que está a ser equacionado neste tópico é, em si mesmo, há que admiti-lo, porque é evidente, o reconhecimento da importância que é atribuída aos Parques de Campismo.

Defender a independência do autocaravanismo face ao movimento campista é em si mesmo uma contradição quando se quer impor que os Parques de Campismo, locais de campismo por excelência, sejam também um suporte desse mesmo autocaravanismo. E, nesta perspectiva, não é coerente contestar o direito de os Parques de Campismo privados terem as suas próprias regras, regras que têm o direito de implementar desde que, digo eu, não sejam ilegais.

Não vou aqui exprimir a minha opinião pessoal sobre a política da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal no que se refere ao acesso aos Parques de Campismo da Federação e que deve ser questionada nos órgãos próprios da mesma e pelas respectivas associadas; nem sequer vou exigir que uma entidade privada funcione conforme os meus interesses; não vou, igualmente, tecer quaisquer considerações sobre uma eventual conversa telefónica, de carácter pessoal, de uma funcionária da Federação, que pretendeu apenas ser agradável para resolver de forma expedita o problema que lhe estava a ser colocado.

Prefiro, antes, chamar a atenção para o ponto 7 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade, mesmo para os que não a subscreveram ainda, que exorta os Parques de Campismo Municipais (porque estes são construídos com dinheiros públicos) a permitir a utilização das Estações de Áreas de Serviço para Autocaravanas, se as tiverem, e a preços compatíveis com o serviço prestado.

Prefiro, antes, chamar a atenção para o ponto 8 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade, mesmo para os que não a subscreveram ainda, que exorta à implementação de Áreas de Serviço, pelo menos uma por Concelho, preferencialmente de iniciativa autárquica, com o objectivo de contribuir para um maior desenvolvimento económico das populações locais, uma ainda maior protecção ambiental e um melhor ordenamento do trânsito automóvel.

Muitas são as entidades e os autocaravanistas individualmente considerados, que usam da respectiva influência, para que um pouco por todo o País sejam implementadas Áreas de Serviço para Autocaravanas. Nesta nova (ou antiga?) dinamização, permitam-me que o refira, porque faz parte da história, foi o Clube Português de Autocaravanas pioneiro num passado não muito distante e, num passado recente, foi este mesmo Clube que, de moto próprio, acabou com a chamada certificação das Áreas de Serviço. Numa outra oportunidade e noutro tópico, talvez seja desejável explicar a importância das razões que justificam a extinção destas certificações à luz de uma desejável política de unidade do Movimento Autocaravanista de Portugal.

É uma maior protecção do ambiente que a existência de Estações de Serviço para Autocaravanas permite (e que é referida na Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade) que foi claramente assumida pela QUERCUS num protocolo público assinado com o CPA e concretizado através da rubrica “Minuto Verde”, do Programa “Bom Dia Portugal” da RTP1 no passado dia 28 de Agosto.

É a maior ordenação do trânsito automóvel que se promove através da existência de Áreas de Serviço porque, mesmo não sendo obrigatório, os autocaravanistas preferem estacionar nas Áreas de Serviço quando existem (é a experiência que no-lo diz), ao invés de noutros locais.

Tudo isto para concluir sobre o enquadramento, que me parece consensual, das Áreas de Serviço, que deve ser complementado por uma política de divulgação das Áreas que existem nos Parques de Campismo e que seja igual à que o CampingCar Portugal promove, isto é, só é feita a divulgação das Áreas de Serviço de Parques de Campismo que permitam o acesso às mesmas sem exigirem uma permanência no Parque.

Em conclusão, esta é a substância do assunto e mais do que se trazer à coacção questões colaterais, importa conjugarmos esforços para que os pontos 7 e 8 da Declaração de Princípios sejam implementados e que, também, as Estações de Serviço existentes nos Parques de Campismo Municipais possam ser utilizadas como um serviço autónomo.

Todos os esforços neste sentido serão um contributo profundo para desenvolver e promover o autocaravanismo e a unidade em torno de questões concretas.


Texto 2 - Publicado pela primeira vez no Fórum do CampingCar Portugal em 19 de Setembro de 2011



Saúde para todos!

Não estou, nem vou estar disponível para responder a afirmações que questionam quais as reais intenções de quem quer que seja e que concluem, sem evocar quaisquer pressupostos, nem provam, nem comprovam, o quer que seja.

Também não me parece, numa perspectiva de análise das ideias, muito dialogante qualquer texto em que mais de dois terços do mesmo ponha em causa, não as ideias, mas as intenções de quem quer que seja.

Não se quer aprofundar as questões que ao autocaravanismo respeitam quando se dá respostas que não abordam a essência de questões que foram referidas, como, por exemplo:

- A questão das “Estações de serviço nos campings” (…) é, (…) o reconhecimento da importância que é atribuída aos Parques de Campismo.

- Defender a independência do autocaravanismo face ao movimento campista é em si mesmo uma contradição quando se quer impor que os Parques de Campismo, locais de campismo por excelência, sejam também um suporte desse mesmo autocaravanismo

Por outro lado, afirmações de cátedra (por exemplo: é que de transito eu percebo muito...), levam-me a reflectir que os tempos do “Magister dixit” já passaram e há que ter consciência disso.

Dúvidas sobre matéria escrita é aceitável tê-las, mas, nessa situação, há que, quando se está de boa fé e se perfilha o diálogo com vista ao entendimento, solicitar os esclarecimentos que nos ajudem a ajuizar.

Permitam-me que repita o que escrevi:

“A análise de questões que respeitem ao autocaravanismo não deve ser impedida pela origem das fontes que as motivam, desde que tratadas com base nas situações concretas, e não, em juízos de valor, sem sustentação credível e, muitas vezes, com intenções persecutórias.”

Compreendo, também, que nem sempre um texto seja de compreensão fácil, já porque se encontra escrito de forma confusa, já porque há leitores que tenham mais dificuldade em interpretá-lo, até porque, sem querer ser pejorativo para quem quer que seja, a iliteracia é muito elevada em Portugal.

Contudo, lembro que a Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade foi subscrita, pelo menos, pelas seguintes entidades:

- Amigos do Centro Forumeiros
- Associação de Comércio Automóvel (ACAP)
- Automóvel Clube de Portugal (ACP)
- Círculo de Autocaravanistas da Blogo-esfera (CAB)
- Clube de Campismo e Caravanismo de Barcelos
- Clube Flaviense de Autocaravanismo
- Clube Português de Autocaravanas (CPA)
- Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP)
- Movimento Independente pelo Autocaravanismo (MIDAP)
- Portal CampingCar Portugal
- Touring Clube Autocaravanista

Não creio (e aqui trata-se de uma questão de fé) que as entidades acima tenham uma interpretação negativa do texto da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade que pode ser lido no Portal do CampingCar Portugal (que apoia e divulga este documento) neste endereço:


E para que nada fique por dizer, é meu entendimento que em Democracia o facto de uma maioria apoiar uma determinada ideia não significa que ela seja correcta, significa, tão-somente, que a maioria quer seguir aquele caminho.

É que as maiorias nem sempre têm razão, mas, neste caso, até têm!

NOTAS:

• A abordagem de diversos aspectos das Áreas de Serviço e a necessidade da implementação das mesmas ser feita de forma coordenada e sustentada deveria ser objecto de análise, o que só será possível discutindo ideias e não pessoas.

• Procurei, tanto quanto possível, não me afastar do assunto que me preocupa: Áreas de Serviço.

• Esta é uma opinião feita sob o pseudónimo de Papa Léguas e que só a mim responsabiliza.


Texto 3 - Publicado pela primeira vez no Fórum do CampingCar Portugal em 20 de Setembro de 2011



Saúde para todos!

Não está nos meus propósitos desviar as atenções do que é importante em detrimento do que é secundário, nomeadamente através de considerações menores.

No caso vertente o importante é, no que respeita a Áreas de Serviço para Autocaravanas, difundir a mensagem constante dos pontos 7 e 8 da Declaração de princípios da Plataforma de Unidade.

Nestes dois pontos são apontados os objectivos políticos que uma apreciável quantidade de instituições, representando uma esmagadora maioria de autocaravanistas, subscreveu.

(Seria estultícia sonhar, sequer, que todas estas entidades, representando milhares de autocaravanistas, o tivessem feito de ânimo leve, sem qualquer sentido de responsabilidade).

Tenhamos, contudo, consciência de que estes dois pontos não podem ser, para uma correcta interpretação dos mesmos, desligados do todo que é o texto da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.

O ponto 7 (Considerar que os Parques de Campismo Municipais devem permitir a utilização das Estações de Serviço para Autocaravanas neles existentes, no âmbito de uma politica de protecção do ambiente e, consequentemente, a preços compatíveis com o serviço prestado (abastecimento de água potável e despejo de águas negras e cinzentas)) tem a finalidade de considerar que os Parques de Campismo, construídos com dinheiros públicos, têm a obrigação de apoiar os autocaravanistas e, simultaneamente, defender o ambiente.

Já o ponto 8 (Considerar que a implementação de Áreas de Serviço para Autocaravanas, em pelo menos uma por Concelho, preferencialmente de iniciativa autárquica, contribui, não só para o desenvolvimento económico das populações, como para a protecção ambiental e o melhor ordenamento do trânsito automóvel) aponta para o óptimo em construção de Áreas de Serviço e justifica a existência de cada área como:

Uma contribuição para o desenvolvimento económico das populações - partindo do pressuposto que os autocaravanistas adquirem nos locais onde estacionam bens e serviços;

Uma contribuição para a protecção ambiental - partindo da ideia que existindo local para o despejo das águas negras e cinzentas os autocaravanistas os utilizem;

Uma contribuição para o melhor ordenamento do trânsito automóvel – partindo do principio que os autocaravanistas prefiram e optem livremente por estacionar nas Áreas de Serviço libertando, assim, outros espaços, o que pode contribuir para uma eventualmente melhor circulação do trânsito.

Os pontos 7 e 8 congregam ideias a serem desenvolvidas no âmbito da implementação das Áreas de Serviço para Autocaravanas, o que é importante, mas não definem uma estratégia para que a implementação das mesmas seja feita de forma coordenada e sustentada, o que não é menos importante.

É dessa estratégia para a implementação de Áreas de Serviço de forma coordenada e sustentada que me proponho falar muito brevemente.

Esta é uma opinião feita sob o pseudónimo de Papa Léguas e que só a mim responsabiliza.


Texto 4 - Publicado pela primeira vez no Fórum do CampingCar Portugal em 20 de Setembro de 2011



Saúde para todos!

Com mais esta mensagem cesso a minha intervenção sobre Áreas de Serviço para Autocaravanas na perspectiva da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.

Estou convicto de qualquer leitor atento e minimamente esforçado não deixou de compreender toda a filosofia que está subjacente aos pontos 7 e 8 da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade e afastado, definitivamente, qualquer hipótese de o texto ter como objectivo acantonar as autocaravanas em Áreas de Serviço, impedindo-as de estar estacionadas em qualquer outro local que a lei não impeça.

Esta ideia peregrina de interpretar estes pontos, nomeadamente o ponto 8, com a malévola intenção de impedir a livre circulação e estacionamento das autocaravanas, pode não ser mais do que um pretexto que justifique a não subscrição da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.

No que às intenções do autor desta mensagem respeita, já sobre o chamado “acantonamento das autocaravanas”, já sobre o impedimento do estacionamento das autocaravanas, onde outros veículos de iguais dimensões estacionam, a minha posição está muito claramente expressa desde Junho de 2009 (repito, desde Junho de 2009) e pode ser acedida, obviamente confirmada, pelos que mais se interessam por estas “coisas”, pelos que procuram a verdade, nos seguintes endereços:

Discutir as leis é um acto de cidadania

Considerações e Propostas ao Projecto de Lei 778/x

Impedir ou não impedir…eis a questão

E agora? Que futuro?

Continuo, no essencial, a ter o mesmo entendimento que tinha há 2 anos, quando escrevi os textos acima. Só por má fé se virá dizer que subscrevo uma Declaração de Princípios em que está subentendida uma discriminação negativa do autocaravanismo.

Termino, e especialmente para os mais jovens (em idade e no autocaravanismo), transcrevo uma “Carta a um jovem filósofo” da autoria de Agostinho da Silva

Do que você precisa, acima de tudo, é de se não lembrar do que eu lhe disse; nunca pense por mim, pense sempre por você; fique certo de que mais valem todos os erros se forem cometidos segundo o que pensou e decidiu do que todos os acertos, se eles foram meus, não são seus. Se o criador o tivesse querido juntar muito a mim não teríamos talvez dois corpos distintos ou duas cabeças também distintas. Os meus conselhos devem servir para que você se lhes oponha. É possível que depois da oposição, venha a pensar o mesmo que eu; mas, nessa altura, já o pensamento lhe pertence.”


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

República Checa VI


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA REPÚBLICA CHECA
(Parte 6 de 6)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


 
Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.


domingo, 18 de setembro de 2011

República Checa V


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA REPÚBLICA CHECA
(Parte 5 de 6)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.

sábado, 17 de setembro de 2011

República Checa IV


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA REPÚBLICA CHECA
(Parte 4 de 6)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

República Checa III


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA REPÚBLICA CHECA
(Parte 3 de 6)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

República Checa II


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA REPÚBLICA CHECA
(Parte 2 de 6)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

República Checa I


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA REPÚBLICA CHECA
(Parte 1 de 6)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Eslováquia II



Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA ESLOVÁQUIA
(Parte 2 de 2)

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Eslováquia I



Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.


Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA ESLOVÁQUIA
(Parte 1 de 2)

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domingo, 11 de setembro de 2011

Polónia V


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA POLÓNIA
(Parte 5 de 5)

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sábado, 10 de setembro de 2011

Polónia IV


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA POLÓNIA
(Parte 4 de 5)

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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Polónia III


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA POLÓNIA
(Parte 3 de 5)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


 
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Polónia II



Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA POLÓNIA
(Parte 2 de 5)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Polónia I


Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.

Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

IMAGENS DA POLÓNIA
(Parte 1 de 5)

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.

domingo, 4 de setembro de 2011

Em Paris - França



Fotos captadas numa viagem iniciada a 19 de Junho e terminada a 31 de Agosto de 2011 com o objectivo de visitar a Polónia, a Eslováquia e a Republica Checa, tendo percorrido cerca de 13000 quilómetros.


Marcámos também presença em Paris e no “77º RALLY FICC (Praga)” e no “Pós RALLY em Milkow (Polónia)”.

As fotos, que mostram uma parte desta viagem, podem ser acedidas no seguinte endereço:


Para ver as fotos em “tela inteira” não se esqueça de pressionar a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

77º RALLY FICC - PRAGA


DIRIGENTES DA FICC E DA FCMP
CONTACTAM PORTUGUESES
NO
RALLY DE PRAGA


Este ano o “Papa Léguas” rumou ao norte da Europa (19 de Junho a 31 de Agosto) e andou pela Polónia, Eslováquia e República Checa.

(Sobre esta viagem de quase 13000 quilómetros não deixarei de, oportunamente, divulgar a reportagem fotográfica que fiz.)

Entre 5 e 14 de Agosto participei, a título pessoal, no 77º Rally FICC que teve lugar em Praga e no decorrer do qual se realizou a Assembleia que elegeu, mais uma vez, João Alves Pereira, para Presidente do Conselho Directivo para o período de 2011 a 2014.

João Alves Pereira foi membro da Comissão de Jovens da FICC, mais tarde Presidente desta Comissão e, em 2005, eleito pela primeira vez, Presidente do Conselho Directivo.

Um português no mais alto cargo da organização mais importante do Mundo do campismo, caravanismo e autocaravanismo não pode deixar de ser motivo de orgulho para os campistas, caravanistas e autocaravanista de Portugal.

João Alves Pereira, desde logo o primeiro dia do Rally, contactou (por várias vezes) os portugueses que estavam presentes no evento, tendo adiantado algumas ideias sobre a prática do autocaravanismo na Europa, até bastante coincidentes com as constantes da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade subscritas por muitas entidades em Portugal.

Também José Iglesias González, membro do Conselho Directivo da FICC e Presidente da Comissão Europeia de Autocaravanismo, contactou os portugueses presentes e não deixou de referir opiniões também coincidentes com as da Declaração de Princípios da Plataforma de Unidade.

Mas os autocaravanistas e caravanistas portugueses conviveram também com Fernando Cipriano, Presidente da FCMP, num jantar do tipo “cada um traz o seu e todos comem de tudo” em que as questões autocaravanistas foram igualmente abordadas.

Não obstante o 77º Rally em Praga não se resumir ao que acima escrevi não quis deixar de o realçar, pois que os aspectos mais globais, esses, poderão ser lidos nos textos que a FICC e a FCMP não deixarão de divulgar.

Termino, informando que, para o ano, embora o Rally 2012 se realize no Canadá, a FICC promove um encontro na Holanda, por ocasião da “Festa das Flores”, evento que tem lugar, tanto quanto sei, de 10 em 10 anos.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O “Papa Léguas” está de volta



Quando em 10 de Abril de 2010 fui eleito e assumi o cargo e as funções de Presidente da Direcção do Clube Português de Autocaravanas entendi auto-restringir as minhas intervenções enquanto autor do Blogue “Papa Léguas”, (http://papaleguaspt.blogspot.com/2010/04/nao-e-um-adeus-e-um-ate-proxima.html) excepto no que se referia às viagens que realizasse, nomeadamente às foto reportagens.

Fi-lo por razões que então me pareceram e continuam a parecer, eticamente correctas.

Terminando, contudo, o mandato para que fui eleito já em 31 de Dezembro de 2011 considero que não devo continuar a coarctar os meus direitos elementares de intervenção cívica e associativa e que só a mim responsabilizam.

Assim, o autor do Blogue “Papa Léguas”, a partir de hoje reserva-se o direito de intervir em todos os espaços que entenda apropriados e sob sua exclusiva responsabilidade.

Um Abraço


O Papa Léguas